Homens armados matam 15 cristãos durante batismo em Burkina Faso

Embora nenhum grupo tenha reivindicado autoria do ataque, autoridades de Burkina Faso culpam terroristas ligados ao Estado Islâmico.

Uma cerimônia de batismo em Burkina Faso
Uma cerimônia de batismo em Burkina Faso. Foto – Divulgação

Um grupo de homens armados, atacaram uma cerimônia de batismo na vila de Adjarara, e matam 15 cristãos na província de Oudalan, Burkina Faso, em 18 de maio. Há suspeita de que o grupo serem militantes jihadistas.

Muitos outros foram forçados a fugir da aldeia, localizada principalmente no norte cristão de Burkina Faso, perto da fronteira com o Mali, por medo de suas vidas. Os cristãos em todo o Sahel são cada vez mais o alvo do islamismo violento.

Embora nenhum grupo jihadista tenha assumido a responsabilidade pelo ataque, grupos afiliados à Al Qaeda e ao Estado Islâmico (ISIS, ISIL, Daesh) estão ativos em Burkina Faso, Mali e Níger.

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A região do Sahel na África, junto com partes da África Ocidental, como a Nigéria, tornou-se nos últimos anos o epicentro da atividade jihadista global. Estima-se, que mais de um milhão de pessoas estão deslocadas em Burkina Faso.

Segundo à organização Barnabas Fund, que apoia cristãos na África, no início deste mês, uma igreja foi vandalizada durante um ataque terrorista na região de Tillabéri, Níger, que deixou cinco mortos e dois gravemente feridos.

Em agosto de 2020, pelo menos seis pessoas, a maioria crianças, foram mortas e outras quatro ficaram feridas quando um dispositivo explosivo improvisado (IED) detonou em uma estrada no norte de Burkina Faso.

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