Relatório destaca falta de liberdade religiosa na China

A China está se tornando um dos líderes mundiais na perseguição religiosa.

Liberdade Religiosa na China
Liberdade Religiosa na China. Foto – Divulgação

O novo relatório Liberdade no Mundo da Freedom House, destacou a grave falta de liberdade religiosa, na China comunista. O relatório da organização classifica 195 países e 15 territórios em seus direitos políticos e liberdades civis.

O relatório considerou muitas questões específicas dentro das categorias de liberdade política e civil, incluindo até que ponto cada país permite que seus cidadãos pratiquem e expressem livremente sua religião.

A organização com sede Washington, capital dos EUA, classificou a China em uma escala de 0 a 4, com 4 representando o maior grau de liberdade e 0 representando o mínimo, a China obteve “0”, para liberdade religiosa no último relatório da Freedom House.

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O relatório cita uma série de tendências gerais na perseguição em toda a China, incluindo o foco crescente do governo em vetar líderes religiosos e suas tentativas de alinhar a doutrina religiosa com as prioridades do Partido Comunista Chinês (PCC).

As igrejas aprovadas pelo estado da China, incluindo o Movimento Patriótico (Three-Self) de igrejas protestantes e a Associação Católica Patriótica Católica Chinesa, enfrentam esse tipo de pressão regularmente e os líderes das instituições são examinados por sua fidelidade ao Partido Comunista da China (PCCh).

O Vaticano assinou um acordo com o governo chinês em outubro de 2020, quel concordou em aceitar a legitimidade dos bispos já nomeados pela China, em troca do reconhecimento da autoridade do papa para indicar bispos na China daqui para frente.

Foi descoberto que a China, renegou sua parte do acordo, isso poucas semanas depois de assinar o acordo. O relatório também incluiu uma lista de incidentes de perseguição cristã no ano anterior.

A perseguição é ainda mais severa fora das instituições religiosas estatais – um relatório da Freedom House de 2017 descobriu que “pelo menos 100 milhões de crentes pertencem a grupos que enfrentam níveis altos ou muito altos de perseguição religiosa.

Isso inclui todos os grupos religiosos, cristãos protestantes, budistas tibetanos, muçulmanos uigures e Praticantes do Falun Gong. Os tópicos cobertos no relatório incluíam uma série de decretos administrativos usados ​​para suprimir a expressão religiosa.

A China está se tornando um dos líderes mundiais na perseguição religiosa. Outros países devem fazer tudo o que puderem para resistir à guerra do PCCh contra a religião e garantir que os cidadãos chineses sejam livres para adorar como quiserem.

Esse tipo de liberdade pode estar muito distante na China, mas é somente trabalhando em conjunto que a comunidade internacional pode esperar realizar mudanças reais.

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