Pastor é ameaçado por líder muçulmano após mulher aceitar Jesus

Parentes do pastor são estuprados depois que a esposa de imã se volta para Cristo

o pastor foi ameaçado no Município de Kasese, no oeste de Uganda
O pastor foi ameaçado pelo líder muçulmano, no Município de Kasese, no oeste de Uganda. Foto – Divulgação

Um líder de uma mesquita enviou homens para estuprar três parentes de um pastor de uma igreja no oeste de Uganda, porque a esposa do imã depositou sua fé em Cristo, disseram as fontes.

O imã também enviou um muçulmano aos cultos da igreja na área de Kasese para coletar informações para um futuro ataque. Em 10 de março, o imã que é líder da mesquita enviou uma mensagem ameaçadora ao pastor.

Os estupros de 16 de fevereiro na vila de Musasa, distrito de Kasese, de parentes do pastor, com idades de 19, 17 e 16, aconteceram dois dias depois que o imã identificado como Caled Bwambale Hussein soube da conversão de sua esposa, Mariam Mbambu.

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Os membros da igreja disse que souberam das ordens do imã, por meio de um muçulmano enviado aos seus cultos para ajudar a planejar um ataque à igreja. Mbambu depositou sua fé em Cristo em 30 de janeiro e foi batizada em 6 de fevereiro. Seu marido soube de sua fé em 14 de fevereiro, disse ela.

“Quando meu marido me perguntou sobre eu ser cristã, recusei-me a responder, depois um vizinho cristão disse que meu marido queria me matar, portanto, eu deveria fugir com meus filhos. Naquele dia específico, à noite, escapei com meus cinco filhos. Estou grata que a igreja nos recebeu.” Disse, a mulher ao Morning Star News.

Nos dois domingos seguintes, um estranho visitou os cultos da Catedral de Todos os Santos, Igreja de Uganda em Kasese, levantando as suspeitas de um membro da igreja depois que o questionou sobre suas afiliações cristãs.

“O visitante não respondeu, o que me levou a chamar a atenção do pastor e dos anciãos da igreja para ele”, disse o membro da igreja, cujo seu nome não foi divulgado por motivos de segurança.

“Membros da igreja cercaram o estranho, identificado como Ali Masereka, que temia pela possibilidade de justiça da multidão. Ele implorou por misericórdia e revelou que havia sido enviado em uma missão líder muçulmano para infligir sofrimento aos cristãos pela conversão de sua esposa ao cristianismo junto com seus cinco filhos.”

Masereka disse que sua missão de investigação era ajudar o imã a preparar um ataque à igreja, disseram membros da igreja. O Imam Hussein pagou um total de 3 milhões de xelins de Uganda (US$ 815) a 13 adolescentes muçulmanos para atacar a igreja, de acordo com líderes da igreja citando Masereka.

Membros da igreja denunciaram Masereka à polícia, que o prendeu em 29 de fevereiro, disse a fonte da igreja.

O estupro de parentes do pastor Walina tinha o objetivo de causar vergonha e medo na igreja e em seu líder, disse o membro da igreja.

“Uma das meninas disse que quando foram cercadas antes de serem estupradas, ela ouviu um dos estupradores dizer: ‘Por favor, não os machuque – fomos enviados apenas para trazer constrangimento e um sinal de alerta para a igreja”, disse a fonte.

Ataque Ameaçado

Na quarta-feira, 10 de março, o pastor recebeu uma mensagem de texto ameaçadora do Imam Hussein, ele disse, que dizia:

“Estou lhe dando duas semanas para enviar de volta minha esposa e filhos para mim. Do contrário, vamos lhe ensinar uma lição que o fará se arrepender pelo resto da vida. Sua igreja também corre um grande risco.”

“Não sei o que eles planejam fazer, precisamos de orações. Eu relatei as ameaças à polícia que recentemente prendeu Masereka. Uma coisa que é clara para nós como igreja é que não vamos revelar o paradeiro de nossa irmã escondida, porque eles estão prontos para matá-la e aos filhos”. Disse, o pastor Walina.

Ele recebeu outras mensagens ameaçadoras de pessoas desconhecidas para ele, disse ele.

“Tenho recebido mensagens, que minhas atividades cristãs de conversão de muçulmanos a Cristo, serão punidas com severa punição. Precisamos de orações e saber a melhor forma de ajudar o novo convertido e seus filhos”. Disse, o pastor.

Os assaltos e ameaças foram os mais recentes de muitos casos de perseguição de cristãos em Uganda que o Morning Star News documentou.

A constituição de Uganda e outras leis prevêem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter de uma fé para outra. Os muçulmanos representam não mais do que 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.

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