Autoridades chinesas proíbe igreja doméstica de realizar cultos

Igreja doméstica é fechada após meses de assédio pelas autoridades chinesas
Igreja doméstica é proibida de se reunir após meses de assédio pelas autoridades chinesas. Foto – Divulgação

Uma igreja doméstica na cidade chinesa de Xiamen, anteriormente proibida pelas autoridades locais, nessa quarta-feira (24), recebeu outra punição administrativa por montar um campus em um prédio de escritórios.

De acordo com o pastor Yang Xibo da Igreja de Xunsiding, ele estava pregando naquele dia, então sua esposa Wang Xiaofei, recebeu a carta de decisão do Escritório de Assuntos Étnicos e Religiosos do Distrito de Siming. O pastor Yang, também recebeu um aviso semelhante em 2019.

A carta afirmava que Wang não recebeu aprovação do bureau de assuntos religiosos antes de estabelecer o “Campus Xunsiding (Igreja)” no nº 2004 do Edifício Hualong no nº 6, Hubin East Road. Sua ação foi uma violação do art. 20, do Regulamento de Assuntos Religiosos (RRA).

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De acordo com o art. 69 da RRA, o Bureau decidiu proibir o “Campus Xunsiding”. Wang pode entrar com um pedido de reconsideração administrativa dentro de 60 dias.

A Igreja de Xunsiding foi repetidamente assediada e invadida pelo Escritório de Assuntos Étnicos e Religiosos de Siming e pela polícia local nos últimos anos. Sua igreja foi invadida pela última vez em 6 de dezembro. Alguns membros, incluindo Wang Xiaofei, foram levados à delegacia e só libertados à noite.

Sua experiência não é única, com a repressão contínua do governo chinês contra igrejas domésticas, as batidas policiais e o assédio se tornaram uma nova norma para muitas igrejas que não são sancionadas pelo Estado na China.

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