Polícia mata dois terroristas ligados à ataques em igreja nas Filipinas

Terroristas ligados à ataques de igreja nas Filipinas, são mortos na Indonésia

Polícia da Indonésia mata suspeitos ligados à ataque em igreja nas Filipinas
Polícia da Indonésia mata suspeitos ligados à ataque em igreja nas Filipinas. FOto – Divulgação

Dois suspeitos de envolvimento em dois atentados a bomba em uma igreja das Filipinas em 2019, que matou mais de 20 pessoas, foram mortos pela polícia na província de Sulawesi do Sul, na Indonésia, segundo autoridades.

A polícia disse em um comunicado, nessa quarta-feira (7), que uma operação em Makassar, em Sulawesi do Sul, pela unidade Densus 88, levou a um tiroteio fatal com dois supostos militantes que resistiam à prisão.

O chefe da polícia de Makassar, Witnu Urip Laksana, disse à Reuters separadamente que os suspeitos estiveram envolvidos nos atentados a bomba contra uma igreja na ilha de Jolo, em uma região inquieta muçulmana das Filipinas de maioria católica.

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A polícia realizou uma ação “firme e calculada” contra os dois suspeitos, disse Witnu, acrescentando que uma investigação estava em andamento.

A polícia suspeita que os homens eram membros da Jamaah Ansharut Daulah (JAD), inspirada no Estado Islâmico, que realizou uma série de ataques na Indonésia.

Ataque à bomba em igreja

As autoridades Filipinas concluíram que o ataque à igreja em janeiro de 2019 foi um atentado suicida cometido por um casal indonésio, com a ajuda de uma facção do grupo local Abu Sayyaf, que jurou lealdade ao Estado Islâmico.

Mais de 100 pessoas também ficaram feridas no incidente, que foi um dos primeiros e até agora mais mortíferos atentados suicidas nas Filipinas, onde tais ataques eram quase inéditos até 2018.

O secretário de Defesa das Filipinas, Delfin Lorenzana, não respondeu imediatamente a um pedido de comentários na quarta-feira.

A região de Mindanao, no sul das Filipinas, há décadas é assolada por conflitos separatistas e maoístas.

As autoridades estão preocupadas com o extremismo tomando conta de suas áreas empobrecidas, principalmente muçulmanas, onde agentes da Indonésia, Malásia e outros países se uniram a grupos locais para planejar ataques e recrutar e treinar combatentes.

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