Igrejas na Escócia devem fechar as portas em novo bloqueio nacional

Nicola Sturgeon primeira-ministra da Escócia, proíbe igrejas de realizar cultos presenciais em novo bloqueio

Nicola Sturgeon primeira-ministra da Escócia, proíbe igreja de realizar cultos presenciais. Foto - Divulgação
Nicola Sturgeon primeira-ministra da Escócia, proíbe igrejas de realizar cultos presenciais. Foto – Divulgação

A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, disse nessa segunda-feira (04), que todos os locais de culto e igrejas na Escócia, serão proibidos de realizar reuniões físicas durante todo o mês de janeiro, como parte de um bloqueio nacional.

Os únicos serviços presenciais permitidos são os casamentos, limitados a cinco pessoas, e os funerais, onde apenas 20 serão permitidos.

A Sra. Sturgeon anunciou as mudanças em um comunicado no Parlamento Escocês, que foi retirado do recesso para discutir medidas mais rígidas, dizendo aos MSPs que não tomariam nenhuma ação poderiam ver a capacidade do Covid-19 em hospitais invadida em “três ou quatro semanas”.

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“Temos uma oportunidade na Escócia de evitar que a situação aqui se deteriore, mas devemos agir rapidamente.” Disse, ela.

A ordem de permanência em casa legalmente aplicável será aplicada a partir de terça-feira, com as únicas isenções sendo trabalho, compras essenciais e exercícios ao ar livre.

Mais tarde, Boris Johnson deve anunciar medidas semelhantes para a Inglaterra, mas não se sabe se as igrejas serão impedidas de realizar cultos pessoais.

Danny Webster, da Evangelical Alliance, não é a favor da proibição das igrejas, mas disse ao Premier que se mudar para a Internet no próximo mês seria sensato.

“Talvez para a proteção de nossa comunidade e nosso testemunho para a comunidade em geral, não nos encontremos agora e apenas façamos nossos serviços online”, disse ele.