Mais de 2.200 cristãos foram mortos em 2020, na Nigéria

Cerca de seis cristãos foram assassinados por dia em 2020, na Nigéria

Mais de 2.200 cristãos foram mortos em 2020 na Nigéria
Cerca de 2.200 cristãos foram mortos em 2020 por militantes Fulani e Boko Haram em toda a Nigéria. Foto – Divulgação

Uma organização sem fins lucrativos na Nigéria, divulgou um relatório no qual afirmam que cerca de 2.200 cristãos já foram mortos em 2020, por militantes Fulani e Boko Haram em toda a Nigéria.

Segundo o relatório da Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito (Intersociety), afirma que de (janeiro de 2020 a 13 de dezembro de 2020), estatisticamente que tanto quanto ou não menos de 2.200 cristãos são mais prováveis ​​de terem sido mortos na Nigéria.

Desse número, os pastores jihadistas Fulani são responsáveis ​​por quase ou não menos de 1.300 mortes cristãs, seguido por Boko Haram e seus grupos dissidentes (ISWAP e Ansaru) com 500 mortes cristãs, exército nigeriano 200 mortes cristãs e “bandidos” jihadistas 100 mortes cristãs.

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Segundo o relatório, dos 500 cristãos mortos pelo Boko Haram e seus grupos divididos, chegou à utilizando 60% e 40% muçulmano cálculo surgido de estimados com 1.200 civis indefesos mortos pelos jihadists de 1 rJaneiro a 13 de dezembro de 2020.

“Em outras palavras, na Nigéria em 2020 uma média de seis cristãos foram mortos por dia e 180 por mês.”

Esse número seria próximo ao total de mortos em 2018 por militantes Fulani, e mostra que o país ainda está em meio à violência e destruição. O governo nigeriano pouco tem feito para conter a maré de derramamento de sangue que está se espalhando por todo o país.

Apesar de algum pequeno sucesso em manter o Boko Haram contido no Nordeste, seu completo desprezo pela crise do Cinturão Médio está causando a devastação que continua se espalhando cada vez mais ao sul.

Se nada for feito, a Nigéria continuará caindo no caos. O governo nigeriano deve começar a proteger seus cidadãos dessa violência. É hora de o governo Buhari admitir que não tem controle ou império da lei em sua própria terra.