Médica picada por cobra no MT, diz que milagres existem

A médica picada agradeceu orações e disse que é prova viva de que milagres existem

Médica picada por cobra no MT, diz que milagres existem
A médica Dieynne Saugo sai da UTI após ser picada por uma cobra jararaca. (Foto: Reprodução / Instagram)

Amédica Dieynne Saugo, de 33 anos, que foi picada por uma cobra jararaca quando tomava banho em uma cachoeira de Nobres, a 151 km de Cuiabá no (MT), agradeceu as orações e disse que “milagres existem” e que já se sente vitoriosa pela sua recuperação.

Ela deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, na tarde desta segunda-feira (7), e segue na unidade semi-intensiva. O caso da médica Dieynne teve grande repercussão, segundo informações do G1.

Dieynne foi picada pela cobra no dia 30 de agosto, e ficou internada em estado grave por uma semana e foi transferida para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. No hospital da capital paulista, ela foi submetida a um teste de coronavírus, e o resultado foi positivo para a Covid-19.

A médica foi picada nas regiões do rosto e do pescoço, o que acabou comprometendo sua respiração devido ao inchaço. Dieynne precisou de transfusão de sangue e chegou a passar pelo procedimento de traqueostomia (pequena abertura na traqueia) para desobstruir as vias aéreas que estavam comprometidas em 70%.

A médica publicou uma foto em que aparece sorrindo deitada na cama do hospital, com o braço enfaixado. Na foto ainda no hospital, é possível ver a traqueostomia. Ela ainda tem dificuldades para falar por causa do procedimento.

Em um vídeo publicado na mesma rede social, a médica disse que era “a prova viva de que milagres existem”. Disse a médica.

Segundo a médica, foram três picadas. Antes, a equipe médica havia divulgado a informação de que foram duas picadas, ambas nas regiões do rosto e do pescoço.

Segundo a família, já em São Paulo, no sábado (5), Dieynne pediu para que a enfermeira fizesse uma ligação aos seus familiares. Durante a chamada de vídeo, ela escreveu “orem por mim, amo vocês” em um papel e pediu para a família divulgar a mensagem para todos que torcem pela recuperação dela.

Antes de ser levada para São Paulo, Dieynne estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Complexo Hospitalar de Cuiabá.

A família decidiu transferi-la para São Paulo porque o hospital em Cuiabá estava lotado por causa da pandemia do coronavírus, e os médicos especialistas estavam sobrecarregados. Ela também foi infectada pela Covid-19.

Segundo uma irmã de Dieynne, a médica passou por uma cirurgia. “A cirurgia foi feita. Teve um sangramento no braço, mas, logo depois, ela foi estabilizada com medicamentos, graças a Deus”, afirma.