Jovem cristã é espancada pelos patrões por recusar se converter ao Islã

Jovem cristã é espancada pelos patrões por recusar se converter ao Islã
A cristã Anika Shehzad enfrentou exigências de seu empregador para se converter ao Islã poucos dias depois de começar a trabalhar como empregada doméstica (Foto: Reprodução/Barnabas Fund)

Uma jovem cristã paquistanesa que trabalhava como empregada doméstica foi espancada por seus patrões, e acusada posteriormente de roubo após se recusar a se converter ao islamismo.

A jovem Anika Shehzad, de 18 anos, é de uma família pobre e aceitou o emprego doméstico por um salário mensal de 5.000 rúpias paquistanesas cerca de (R$ 100, 00), para ajudar a sustentá-los.

Assédio religioso

Depois de alguns dias, Anika foi convidada a se converter ao Islã, o que ela se recusou a fazer. Quando a pressão sobre ela se tornou insuportável, ela disse aos patrões que queria ir embora e, furiosa, eles começaram a espancá-la.

Um membro da família levou Anika para a casa de seus pais no distrito de Ferozwala em Shakhupura, e relatou que a jovem foi espancada e acusada falsamente pelos patrões por ter roubado dinheiro.

Os pais de Anika procuraram tratamento médico para sua filha e, apoiados pelo pastor local, começaram a fazer perguntas sobre os maus-tratos de sua filha. Seus ex-empregadores retaliaram com novas acusações, desta vez do pai de Anika roubando dinheiro e ouro de sua casa.

A maioria dos cristãos paquistaneses vive na pobreza, confinada a trabalhos braçais. Muitas das mulheres cristãs que trabalham como empregadas domésticas, são particularmente vulneráveis ​​a abusos e falsas acusações por parte de seus empregadores.

Em maio de 2018, uma menina cristã de 17 anos que trabalhava também como empregada doméstica para uma família muçulmana, teve um destino cruel, ela foi assassinada por “não limpar a casa corretamente”.