Muçulmano encontra Cristo em programa de televisão

Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão

Muçulmano encontra Cristo em programa de televisão

É praticamente inimaginável pensar que é possível um muçulmano encontrar Cristo, num programa de televisão, mas foi assim com Abdallah. Um muçulmano que buscou por Deus no Alcorão por 20 anos.

Quem viu um senhor, de quase 60 anos, participando de um treinamento de discipulado no Norte da África não imaginou que ele teve um encontro com Jesus através de um programa de televisão.

Abdallah* era muçulmano porque seguiu os exemplos dos familiares. Apesar de frequentar a mesquita e seguir as ordens dadas no Alcorão, ele vivia sempre com medo da vida e receio da morte.

“Eu era assustado e não conseguia encontrar a paz, sentia um vazio interno. Procurei encontrar a verdade”, conta. Neste momento, ele passou a estudar o livro sagrado islâmico com incentivo do tio, que era professor e líder religioso.

Mesmo após 20 anos de estudo, Abdallah admitiu que não era feliz por completo, sentia que estava faltando algo na vida dele. “Eu procurei por Deus. Estudei o Alcorão muitas vezes, mas não encontrei coisas reais, apenas abstratas que não conseguia entender”, explica.

Programa de TV cristão

Um dia ele estava procurando algo para ver na televisão e achou um programa cristão, onde tinha uma pessoa falando do islamismo sem ser muçulmano. “Ele disse que existiam muitos erros sobre o islã.

Eu fiquei surpreso e chamei a minha esposa. Disse a ela para vir e ouvir o que ele estava dizendo. Ela falou para eu desligar a TV, mas continuei assistindo”, relembra.

Mais tarde, Abdallah abriu o Alcorão para conferir as passagens a que o homem da TV tinha se referido durante o programa e, para a surpresa dele, todas estavam corretas. Às quintas-feiras, o muçulmano assistia à programação e depois de dois anos fez a primeira oração, juntamente com o pastor na TV.

“Desde as primeiras palavras, eu fui mudado, senti alguma coisa nova, um novo sentimento, talvez fosse alegria, mas o que eu lembro é que comecei a chorar”, testemunha. (Essa história continua).

*Portas Abertas – Nomes alterados por segurança.