Cristãos do Cazaquistão precisam de orações da igreja brasileira

Cristãos do Cazaquistão precisam de orações da igreja brasileira
Cristãos do Cazaquistão precisa de intercessão da igreja brasileira

Livre da opressão da antiga república soviética há 28 anos, os cristãos do Cazaquistão ainda enfrentam severa perseguição e restrições religiosa por parte do governo, e também cultura extremista islâmica opressiva.

Ser um cristão no Cazaquistão não é algo desprovido de perseguição, desde 2010 com a ocupação do poder por Nursultan Nazarbayev, os cristãos enfrentou políticas repressivas, controle da mídia e restrições legislativas e na esfera religiosa.

Apesar do cristianismo ter chegado no país entre os séculos 7 e 8, a rede atual de igrejas fica concentrada nas minorias étnicas. Dos 4,6 milhões de cristãos, apenas 15 mil são cazaques.

Segundo a Agência de Assuntos Religiosos (ARA), atualmente existem 3.563 associações ou comunidades cristãs registradas no país. Mas, a presença dos seguidores de Cristo, isso não garante a liberdade religiosa.

Há dois grandes perseguidores de cristãos no país: o governo e o extremismo islâmico. A perseguição do Estado envolve a monitoração dos cultos das igrejas por meio de policiais, serviços secretos e autoridades locais.

As comunidades que cristãs não registradas são perseguidas regularmente, a cultura islâmica extremista coíbe a conversão de muçulmanos ao cristianismo, excluindo os convertidos da sociedade, convívio familiar e impedindo que eles tenham um emprego para o sustento próprio.

Enquanto as igrejas locais não entram em contato com a população cazaque, não enfrentam tanta opressão, mas quando elas decidem obedecer à grande comissão de Cristo, segundo o Portas Abertas, estão sujeitas a abusos físicos, ataques e até a morte.

A organização de apoio aos cristãos perseguidos Portas Abertas, convida a igreja brasileira a incluir o Cazaquistão nas orações. Orem para que Deus proteja e dê sabedoria aos líderes cristãos do país que pastoreiam essas igrejas “clandestinas” e comunidades de cristãos ex-muçulmanos.