Suzane Richthofen deseja ser pastora quando deixar a prisão

Ela costuma ler a Bíblia para decorar passagens sobre arrependimento

Suzane Richthofen deseja ser pastora quando deixar a prisão
Suzane Richthofen deseja ser pastora quando deixar a prisão

Presa por planejar o assassinato dos pais, Suzane von Richthofen, revelou que deseja ser pastora evangélica, quando sair da prisão definitivamente. A confissão da jovem aconteceu no inicio de outubro.

De acordo uma reportagem da Época, a condenada deixou o presídio de Tremembé por um período de sete dias, a conhecida saidinha, beneficio concedido a presos condenados na maioria da vezes pelo bom comportamento.

A revista acompanhou a rotina de Suzane Richthofen, durante três dias. Ao sair da prisão, ela se dirigiu rumo ao município de Angatuba, cidade paulista onde mora o noivo, Rogério Olberg.

Em Angatuba, para não ser reconhecida pelas pessoas na rua, ela recorre a um disfarce. Prende os cabelos compridos e coloca uma peruca chanel de fios pretos. Quando perguntam como se chama, ela responde: “Louise”, seu segundo nome de batismo.

Agindo como uma pessoa normal do bem, a condenada, sai às ruas e vai à praça central de Angatuba, toma sorvete, passeia pelas ruas e faz compras no mercadinho.

Ela só deixa o disfarce de lado quando chega à noite, quando frequenta os cultos da Igreja do Evangelho Quadrangular Central, onde é tratada como celebridade e chamada para tirar selfies com os fiéis.

Durante a saidinha do Dia das Mães, em maio, subiu ao púlpito e deu um testemunho de 30 minutos sobre arrependimento. Sem entrar em detalhes sobre o crime, contou que matou os próprios pais porque foi seduzida pelo “Diabo”.

Na prisão, Von Richthofen costuma ler a Bíblia para decorar passagens sobre arrependimento e perdão. Ela tem dito que quer ser pastora, segundo dizem o pessoal da igreja.

Além da Quadrangular Central, ela costuma ir também na Comunidade Moriá, uma igreja de Taubaté com presença nas penitenciárias de Tremembé. Segundo relatos do pastor Euclides Vieira, Suzane pretende começar sua carreira religiosa como missionária para só depois fazer pregações.

Suzane Von Richthofen, pode até demonstrar arrependimento, porém isso não convence a Justiça. A criminosa não consegue autorização para cumprir o restante de sua sentença de 39 anos em liberdade.

A jovem não se saiu bem, quando foi submetida a um teste de suas funções psíquicas, ela foi classificada como uma pessoa; vazia, infantilizada, manipuladora, desvalorizadora do ser humano, dissimulada e egocêntrica, segundo informou a revista.

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