Homem vence tumor cerebral pela segunda vez após corrente de orações

Homem vence tumor cerebral pela segunda vez após corrente de orações
Homem vence tumor cerebral pela segunda vez após corrente de orações (Foto: Arquivo/Kelvis recebe alta do hospital)

A história de fé e superação na vida do instrutor de trânsito, Kelvis de Freitas, de Palmas no (TO), após vencer um tumor cerebral pela segunda vez com o auxilio de orações, depois de ficar 57 dias na UTI, é um grande exemplo para muitos.

Kelvis de Freitas, deixou o hospital em abril, casado com a enfermeira Luanda Alencar, 34 anos, sua história foi contada no site, Portal Novo Norte. Ela relata que chegou ser orientada pelos médicos a contar para os filhos, o menino Arthur 7, e Alice Alencar de 5 anos, sobre o estado de saúde do pai.

“Fui orientada a falar a verdade. Mas sempre falei para eles sobre a gravidade, orientando a orar pelo milagre na vida do papai. As pessoas queriam muito que as crianças o vissem naquele estado. Mas meu coração tinha esperança que ele iria melhorar e eles veriam o pai melhor”. Contou Luanda.

A fé em ação

Uma corrente de orações ocorreu dentro e fora do hospital, durante todo o tempo em que Kelvis permaneceu ali. “Umas das coisas que mais me surpreendi foi a diferença entre a ressonância que ele fez uns 15 dias após a cirurgia, que mostrou o infiltrado do câncer para outras áreas do cérebro, e última ressonância, 45 dias depois, que não mostrou mais nada”.

A cirurgia

Luanda Alencar, declarou: “A cirurgia foi um sucesso e conseguiram tirar todo o tumor. Mas ele teve uma hidrocefalia 4 dias após a cirurgia e quase morreu. Ficou em coma por muito tempo, sem perspectiva de melhora. Não tinha nada a ser feito, apenas aguardar a resposta cerebral. Não acreditavam que ele iria acordar pela gravidade do caso e do tumor”.

O milagre

Segundo a esposa de Kelvin, esse é o segundo milagre que Deus operou na do marido, diz Luanda ao recordar que aos 18 anos, Kelvin teve carcinoma do plexo coroide, doença rara que atinge o sistema nervoso central.

Ele, “Tinha 2% de chances de vida e poderia ficar com sequelas. Mas não teve nenhuma”. Para a enfermeira, “não tem como deixar de atribuir a Deus” a superação obtida pelo esposo perante os dois episódios de enfrentamento do câncer. Concluiu, Luanda.

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