Bolsonaro defende valores cristãos na cultura e nega censura

O presidente defende “valores cristãos” na cultura em trabalhos financiados pela Caixa Econômica Federal

Bolsonaro defende “valores cristãos” na cultura financiados pela Caixa
Bolsonaro defende “valores cristãos” na cultura em trabalhos financiados pela Caixa

O presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (5), defendeu os valores cristãos na área da cultura e nega que haja censura sobre projetos e festivais culturais, que são financiados pela Caixa Econômica Federal.

Durante uma videoconferência transmitida no 3º Simpósio Nacional Conservador, em Ribeiro Preto (SP), o presidente disse aos presentes, que as novas regras não é censura, que a medida trata apenas de conservar os “valores cristãos”.

A gente não vai perseguir ninguém, mas o Brasil mudou. Com dinheiro público não veremos mais certo tipo de obra por aí. Isso não é censura, isso é preservar os valores cristãos, é tratar com respeito a nossa juventude, reconhecer a família, defendeu o presidente.

A fala do presidente vem após matéria da Folha de São Paulo, insinuar que o Poder Executivo de estar aplicando censura com as novas regras e medidas.

Bolsonaro também anunciou que fará mudanças na Funarte e na Ancine, órgãos federais voltados para a promoção da cultura no país.

Nós não podemos perder a guerra da informação, deixamos tudo isso muito à vontade no passado. Estamos preparando mudanças aí na questão da cultura, da Funarte, da Ancine. Muita gente empregada lá em cargos de comissão desde o primeiro ano do governo Lula, disse.

Desde que assumiu a presidência, Bolsonaro vem defendendo os valores cristãos, em abril, o presidente vetou um comercial do Banco do Brasil, em que exibia um jovem transexual no filme, a propaganda era voltada na diversidade entre jovens, que também contava com atrizes e atores negros, e gays.

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