Pastor cubano diz que está sendo mais perseguido do que criminoso

Pastor cubano diz que está sendo mais perseguido do que criminoso
Pastor cubano diz que está sendo mais perseguido do que criminoso

O pastor cubano, Alain Toledano Valiente, líder da igreja Movimento Apostólico de Cuba, disse recentemente que está sendo mais perseguido do que criminoso pela polícia em seu país, após receber mais de 17 intimações para ir à delegacia, além de ser acusado pelo crime de desobediência.

Segundo Toledano, as intimidações e ameaças começaram após sua igreja divulgar a realização de um evento de mulheres, que foi realizado em agosto, quando foi convocado ir à delegacia e informado de que correria o risco de ir para a prisão caso, a ‘Conferência Deborah’ acontecesse. Apesar das ameaças o evento acabou acontecendo.

De acordo com Toledano, em Cuba, os pastores correm mais riscos do que criminosos e bandidos; “Desde que eu não fugi para o exílio”, eles procuram me colocar na prisão. Eu não cometi nenhum crime, disse ele à CSW.

Meu crime de desobediência, segundo eles, é que não posso encontrar outros pastores no país, não posso encontrar com os de outras cidades, não posso realizar nenhuma atividade religiosa; isto é, eles querem que eu pare de ser pastor “.

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Nos últimos meses, Toledano, vive sob intensa pressão. Em agosto, ele foi convocado e interrogado na delegacia em menos de quatro dia três vezes, na tentativa de forçar o cancelamento de um evento de jovens. Os proprietários do imóvel da igreja também foram ameaçados e obrigados a assinar um documento que proíbe serviços religiosos em suas propriedades.

Em julho, o pastor foi preso por agentes do governo e impedido de embarcar para os Estados Unidos, para participar da conferência da Liberdade Religiosa do Departamento de Estado dos (EUA). Ele também está oficialmente proibido deixar Cuba e seu direito de circular livremente dentro do país é restrito.

O governo cubano está criminalizando atividades religiosas comuns. O pastor Toledano Valiente, está sendo perseguido injustamente simplesmente por sua participação em eventos religiosos pacíficos”, disse sua advogada de defesa da (CSW) Solidariedade Cristã Worldwide.

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