Revista Veja causa polêmica com Aline Barros e transexual Léo Áquilla

Revista Veja causa polêmica entre Aline Barros e Léo Áquilla
Revista Veja causa polêmica entre Aline Barros e Léo Áquilla

Revista Veja causou uma tremanda polêmica, entre a cantora gospel, Aline Barros, com a apresentadora transexual, Léo Áquilla, em uma matéria publicada nesta segunda-feira 1, sobre um show beneficente que aconteceu em São Paulo, no dia 17 de junho.

De acordo com a publicação da revista, Aline Barros, teria destratado o transformista no palco do evento, por não a cumprimentar e nem ter olhado na cara de Léo Áquilla, o cerimonialista contratado pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAAC), para comandar o evento.

Segundo a revista Veja, algumas pessoas notaram evidente indiferença da cantora para com o transformista, quando Aline pegou uma chave de um carro sorteado no evento, da mão do Léo Áquilla, para entregar ao ganhador.

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A organização do evento diz que Léo Áquilla, por sua vez, ficou incomodado ao saber que a cantora faria um louvor evangélico, entretanto a apresentadora transformista, contesta essa versão dizendo que a indiferença da cantora gospel por ela no palco, que à deixou ofendida.

Veja o vídeo:

Gilmar Santos, esposo da cantora explicou ao Pleno.News, o mal-entendido, dizendo que apesar de toda a equipe ter chegado cedo ao local do evento, o show acabou atrasando, e Aline precisou se apressar para não perder o voo, disse o pastor.

Ainda segundo o site, o marido de Aline Brros, entrou em contato com a revista Veja pedindo uma retratação pela publicação polêmica e equivocada, feita pela revista.

Essa não é a primeira vez que a cantora se encontra envolto em polêmica com pessoas da comunidade LGBT, embora comentários em blog de fofoca gospel, e no vídeo publicado sugere crime de homofobia, o ocorrido não se caracteriza em nenhum crime.

De acordo com a nova lei sobre “homofobia” aprovada pelo (STF), o Supremo Tribunal Federal, religiosos poderão pregar, evangelizar, realizar cultos, desde que tais manifestações não configurem “discurso de ódio‘ que incitem a discriminação, ou a violência contra pessoas em razão de sua orientação sexual ou de gênero.

Em março deste ano, a cantora Aline Barros venceu na justiça, um processo em que foi acusada por sua ex-backing vocal, de tê-la demitida por ser homossexual em que pedia R$ 1 milhão de indenização sob pretexto de discriminação.

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