Mãe recusa aborto sugerido por médico e filha nasce saudável

Ela foi pressionada pelo médicos a abortar um bebê que nasceu saudavél

Mãe recusa aborto sugerido por médico e filha nasce saudável
Mãe recusa aborto sugerido por médico e filha nasce saudável

Uma jovem mãe na Escócia, foi pressionada durante semanas por médicos a fazer um aborto, o que para ela estava fora de cogitação, recusando sempre a sugestão, sua filha nasceu saudável, deixando os médícos em choque.

A escocesa, Lauren Webster, de North Lanarkshire, foi informada durante um exame ultrassonográfico de 13 semanas, de que seu bebê tinha uma “obstrução da bexiga” e poderia estar sofrendo da síndrome de Edwards.

Síndrome de Edwards – é uma condição extremamente limitadora da vida, resultando em defeitos cardíacos e comprometimento mental. (Embora em casos raros, as pessoas com síndrome de Edwards, vivem até a idade adulta).

Os médicos acompanharam de perto o desenvolvimento do bebê de Lauren, e toda semana os médicos insistiam em perguntar “se ela queria abortar”.

Lauren disse aos médicos, para parar de perguntar se ela queria um aborto, afirmando que ela queria manter seu bebê. Os doutores contudo continuaram perguntando preocupados sobre a possibilidade da criança ter desenvolvido a síndrome de Edwards, conta ela.

Apesar da pressão implacável de seus médicos, a mãe Lauren se recusou a ceder, dizendo que tinha um pressentimento de que seu bebê sobreviveria. Os médicos ficaram “chocados” quando sua filha, Ollie, nasceu por cesariana saudável, sem grandes problemas de saúde.

+ Atriz de hollywood desiste de aborto após ouvir a voz de Deus

Sua obstrução da bexiga havia se resolvido, e a síndrome de Edwards foi descartada em um exame. Lauren conta que não gostaria de ver outras mães em uma situação semelhante fossem pressionados ao aborto.

“Tudo o que eles me disseram acabou por não ter acontecido.”, diz Lauren.

Esta não é a primeira vez que mães são pressionadas a fazer abortos, quando existe a preocupação de que o bebê possa nascer com deficiência. No mês passado, perguntaram a uma outra jovem se ela queria um aborto dez vezes depois que sua filha foi diagnosticada com espinha bífida no útero.

Ela resistiu e sua filha teve uma cirurgia corretiva da coluna após o nascimento e agora está crescendo saudavelmente.

Para, Clare McCarthy, da Right to Life UK, este caso mostra a imensa pressão que as mães são submetidas a abortar seus bebês se forem diagnosticadas com uma deficiência no útero. Agora é procedimento de rotina sugerir um aborto, mas mais ainda, que você aceite, explica.

Ao invés de receber tratamento real para o bebê, esta mãe foi perguntada várias vezes se ela gostaria de abortar seu filho. É uma triste acusação do nosso sistema de saúde que, em vez de cuidar das duas vidas durante a gravidez e apoiar uma mãe que quer manter o bebê, é rotulada como “procedimento de rotina” para pressioná-la a fazer um aborto.

Em segundo lugar, a atitude subjacente em relação às pessoas com deficiência que esta prática demonstra, é profundamente discriminatória e injusta para a mãe e o feto, disse McCarthy.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui