Flordelis desabafa em rede social sobre a morte do marido

É uma dor, às vezes, insuportável.

Flordelis desabafa em rede social sobre a morte do marido
Flordelis desabafa em rede social sobre a morte do marido

Na manhã deste sábado (22), Flordelis, postou um desabafo em seu perfil da rede social do Instagram sobre a morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, e se quixou que ela, e os filhos, estão sendo condenados pela trágédia ocorrido na casa da família.

O pastor Anderson do Carmo foi assassinado a tiros no último domingo (16), em Pendotiba, Niterói no (RJ), após o casal ter chegado em casa, por volta da 4hrs da manhã, de um evento que acontecia no ministério Flordelis.

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Nessa manhã desse sábado, a viúva então se manifestou por meio da rede social Instagram, com uma mensagem chocante, e reclamou de calúnias e notícias confusa sobre o crime, que brotam sabe-se lá de onde, comfira o desabafo da deputada.

Leia na íntegra postagem:

Faz uma semana que perdi meu marido.

Quem conheceu a minha vida com ele imagina a falta que ele me faz e pode imaginar o quanto estou atordoada. Mas, sou forte. Deus me fortalece. Por isso, não perco a fé. Canto em silêncio uma das músicas que sempre me deu muita força: “Volta por Cima” ”Quem impedirá o agir de Deus?”.

Deus tem me dado forças. Vejo isso no olhar dos meus meninos e das minhas meninas, minhas filhas e meus filhos, frutos da minha uma dedicação férrea à vontade de fazê-los felizes.

A semana me passou a ideia de que o tempo parou. A dor é enorme, pela perda e pelas calúnias e notícias confusas que a cada minuto, cada minuto mesmo, brotam sabe-se lá de onde. Já falaram ter sido um crime passional, já disseram ser um crime por dinheiro, já incluíram a infidelidade.

Acusam meus meninos, mas eu tenho esperança dos acusadores estarem errados e quero muito confiar na Justiça.

É uma dor, às vezes, insuportável. O crime aconteceu na nossa casa e isso me faz reviver aquele momento trágico cada minuto em que estou presente.

A imprensa não me deixa em paz.

Na segunda-feira, serei ouvida pela polícia. O primeiro depoimento como manda a lei. Já fiz isso várias vezes. A primeira, poucas horas após o crime. Sem direito ao luto.

Na terça-feira, à tarde, falarei com a imprensa . Um calvário necessário, para ver se consigo aplacar as insinuações, as dúvidas que criam versões desencontradas. Quem sabe, conseguirei?

Peço as orações, mesmo daqueles que sem conhecer a história me condenam e condenam meus filhos. A todos os que acreditam em Deus, eu peço as orações para que se faça Justiça.

Amigo De Cristo Noticias