Aluna que lutou com assassino na escola, tem ido à Igreja evangélica

Busquei uma força que não sei de onde veio, diz aluna após ter lutado com o assassino do massacre na escola.

Aluna que lutou com assassino na escola tem frequentado Igreja evangélica
Aluna que lutou com assassino na escola tem frequentado Igreja evangélica

A aluna Rhyllary de Sousa é uma das sobrevivente da tragédia na escola em Suzano, que lutou com um dos assassinos, e para superar as lembraças da tragédia, tem frequentado a igreja evangélica, Assembleia de Deus, e diz querer voltar a lutar jiu-jítsu.

Após ganhar destaque na imprensa por ter lutado contra um dos assasinos e ser chamada de heroina, a jovem de 15 anos dispensa o título, e diz ser uma “sobrevivente” como qualquer outro aluno.

Eu estava assustada, mas busquei uma força que não sei de onde veio, me levantei e disse para todo mundo: vocês precisam tomar coragem. Se a gente ficar parado aqui, vai ser muito pior.

Foi a partir daí que Rhyllary liderou uma corrida pela sobrevivência na escola sob ataque, salvando a vida de dezenas de alunos, após ter entrado em uma luta corporal com Luiz Henrique de Castro, 25, o segundo assassino que invadiu a escola minutos depois.

Rhyllary diz que abandonou o esporte porque não tinha dinheiro para pagar o transporte entre sua casa e o local dos treinos.

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A aluna esteve na escola Raul Brasil, neste domingo (17), onde orou pelas vítimas e agradeceu estar viva. “Quando eu me aproximei do colégio, senti um arame farpado sendo enrolado no meu coração tamanha foi a angústia. E acho que vai ser assim por muito tempo. A gente sabe que a escola nunca mais será a mesma. Nós não somos mais os mesmos.”

A aluna Rhyllary, diz que pensou em deixar a Raul Brasil após o massacre, mas ouviu um apelo dos amigos para ficar. “A hora é de darmos as mãos. Não vou abandonar essa luta.” A jovem tem mais dois anos pela frente até concluir o ensino médio.

Sobre ser chamada de heroína, a menina prefere dividir o título. “Eu sou uma sobrevivente como qualquer outro aluno. Eu me destaquei pela minha coragem. Mas a Raul Brasil tem gente mais corajosa e que fez muito naquele dia.

Os heróis dessa tragédia também são o professor Agnaldo e a merendeira Silmara, que também ajudaram a salvar muita gente.*Informações Folha / Amigo De Cristo Noticias

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