Pastor e Deputado Marco Feliciano deixa a CDHM

Pastor e Deputado Marco Feliciano deixa a CDHM
Pastor e Deputado Marco Feliciano deixa a CDHM

Deputado Marco Feliciano usou seu Twitter para estar agradecendo a todos os irmãos em Cristo que o apoiaram e oraram por ele enquanto esteve a frente da CDHM neste ano de 2013.

Segundo o pastor foi um ano de muita luta, mas também de muitas conquistas, pois o Senhor sempre deu a ele equilíbrio nos momentos de afrontas e perseguição.

Apesar de ser acusado de racismo e homofobia, o qual a todo o momento de sua gestão negava e nega estas afirmações por ser um Cristão/Evangélico, Marco Feliciano considera positivo a sua atuação a frente da presidência da CDHM e disse que a sua atuação não alcançou uma produção maior pelo fato de partidos como o PT e o PSOL terem abandonado o colegiado.

Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano chegou à presidência da comissão em março/13, sob protestos de movimentos sociais e deputados com atuação na área, por declarações nas redes sociais. O pastor tinha feito algumas declarações em pregações e posteriormente publicadas no You Tube, o qual foram usadas para tentar tirar o pastor da presidência. O pastor sentiu uma pressão muito grande devido as suas palavras, que levaram os ativistas e todos que estavam contrários a sua estadia na CDHM a dizer que ele era homofóbico e racista. Mas diante de toda esta pressão contou com a ajuda de Deus, o apoio da bancada evangélica, líderes denominacionais e muita oração de todos os irmãos em Cristo pelo Brasil, que os incentivaram e ajudaram a suportar todos os ataques e permanecer na presidência.

Na última sessão como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP) tem certeza que não será reconduzido ao posto em 2014 e, graças à exposição alcançada no cargo, fala em disputar o Senado no ano que vem. O deputado diz ter certeza que o PT não abrirá mão de presidir a comissão. Perguntado se acha que voltará ao comando da comissão, respondeu:

– Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Espero que o PT dê mais valor agora à essa comissão, que eles abandonaram – disse Feliciano.

– Não sei nem se terá comissão para nós (PSC) ano que vem. Se tiver oportunidade, claro, quero voltar. O trabalho aqui foi apaixonante, mas ouvi falar que também o Solidariedade está de olho na comissão, para entregá-la ao deputado Domingos Dutra (MA) – afirmou Feliciano. Dutra deixou o PT esse ano e fez parte da comissão durante anos. Com a eleição do pastor, ele deixou a CDH.

Marco Feliciano fez um balanço positivo de seu trabalho e que sua passagem pela comissão valorizou o cargo de presidente.

– Essa comissão agora vai ser disputada. Colocamos os direitos humanos na pauta das pessoas. O Brasil viu isso – disse.

O deputado comentou também o início tumultuado dos trabalhos, quando militantes de entidades ligadas aos homossexuais enchiam o plenário e as sessões da comissão eram tumultuadas.

– Apostaram que eu renunciaria, o que não fiz. Fui alvo do ódio e da intolerância, fui atacado na minha igreja e dentro de um avião. Recebi vários processos. Comecei o ano como o inimigo público número um. E termino como um dos cem brasileiros mais influentes segundo uma revista de circulação nacional.

Feliciano sabe que, politicamente, saiu do cargo maior do que entrou.

– Isso se deu porque o povo percebeu que sou um político com posicionamento. Que defendo com unhas e dentes o que acredito.

E já fala que tem novos planos na política: avalia disputar o Senado em 2014. Mas só se seu oponente for o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

– Não sendo arrogante, sei que estou muito bem avaliado. O caminho natural seria buscar a reeleição. Não descarto o Senado, mas desde que meu concorrente seja apenas o Suplicy. Ele carrega um nome, ou a mulher dele, que os evangélicos não gostam. Foram muitos embates com a Marta Suplicy nesses anos. Agora, tem o Serra (José Serra), o Kassab (Gilberto Kassab), são nomes fortes.

Informações: Inforgospel

COMPARTILHAR