vingança religiosa Iraniana vai cegar seu agressor em ato de justiça

vingança religiosa Iraniana vai cegar seu agressor
vingança religiosa Iraniana vai cegar seu agressor

Em uma vingança religiosa iraniana Ameneh Bahrami (foto), vai cegar seu agressor em ato de justiça, contra o homem que a cegou com ácido, o iraniano Majid Movahedi, de acordo com o jornal britânico “The Guardian”.

Neste sábado, Movahedi será sedado no hospital judicial de Teerã enquanto Ameneh, enfim, promoverá a sua vingança. É a primeira vez que um preso será penalizado com cegueira proveniente de ácido no Irã, um país que está acostumado a sentenciar seus detentos a partir da interpretação literal da Sharia, a lei muçulmana.

A iraniana Ameneh, que pediu pelo direito de vingança no tribunal em 2008, teve o rosto desfigurado e ficou cega, em 2004, depois que Movahedi jogou um pote de ácido em sua face, enquanto ela voltava do trabalho para casa a pé.

A atitude criminosa foi uma resposta à recusa de Ameneh em se casar com Movahedi. “Ele estava segurando um recipiente com um líquido vermelho. Olhou para dentro dos meus olhos por um segundo e jogou o ácido no meu rosto”, contou a vítima durante o julgamento.

De acordo, com a imprensa iraniana, o advogado de Bahrami, Ali Safari, elogiou a sentença, afirmando que “um método apropriado foi escolhido, portanto, o condenado será cego por algumas gotas de ácido, enquanto está inconsciente”.

Em novembro de 2008, um tribunal criminal de Teerã permitiu uma retribuição depois que Movahedi confessou o crime e ordenou que a mulher pudesse cegá-lo com ácido. Ele também foi condenado a pagar uma indenização a sua vítima, mas a mulher iraniana negou o “dinheiro maldito”, em suas palavras.

Para as autoridades iranianas, a sentença pode ajudar a diminuir os ataques com acido no país. Mas ativistas de direitos humanos protestaram, afirmando que tal penalidade é desumana.

2 COMENTÁRIOS

  1. Nunca faça algo a alguém que não gostaria que fizessem a você.

    Se fosse no Brasil e o criminoso fosse um cara rico, pagaria uma ninharia de fiança, aguardava 10 anos em liberdade o julgamento, daria uma indenização ridícula, após a condenação veriam que é reu primário, tem residência fixa, trabalho, bons antecedentes e seria solto no máximo uns 6 meses depois para cumprir pena domiciliar.

    Salvo se a imprensa exigisse publicamente sua condenação … fatos falam mais do que palavras … exceto se elas forem ditas em rede nacional.

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