Marina Silva aparece em lista como “Mulher do Ano” em jornal Britânico

0
Marina Silva aparece em lista como "Mulher do Ano" em jornal Britânico
Marina Silva aparece em lista como “Mulher do Ano” em jornal Britânico

Marina Silva aparece em lista como “Mulher do Ano” em jornal Britânico. A ex-candidata à presidência da República pelo PSB, Marina Silva, foi eleita pelo jornal britânico “Financial Times” como “mulher do ano“. A ex-senadora aparece na lista das mulheres mais influentes de 2014, elaborada pela revista semanal FT Magazine, do jornal britânico.

Ao detalhar sua biografia, a publicação definiu Marina como uma política visionária e idealista que saiu “da pobreza e do analfabetismo” para concorrer por duas vezes à liderança do Brasil.

“O segredo de seu apelo é que ela convenceu os eleitores de que é uma espécie rara de política, aquela que acredita com sinceridade no que está dizendo”, destacou o jornal, salientando a origem humilde de Marina nos seringais da região amazônica.
O “FT” afirmou, ainda, que enquanto os concorrentes de Marina – referindo-se às eleições presidenciais – vendiam um pacote de políticas populistas, ela oferecia “uma visão mais holística do futuro”, defendendo o Brasil como uma “sociedade economicamente bem sucedida e respeitada no mundo por sua consciência social e ambiental”.

“Acrescente a isso que ela também é mulher e negra em um país em que ambos os grupos são pouco representados na política e ela parece capturar os votos de protesto no Brasil”, definiu o jornal.

O perfil de Marina também teceu uma comparação entre a visão da ex-candidata pelo PSB e o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, com quem ela rompeu laços políticos ao deixar o ministério do Meio Ambiente, durante o segundo mandato do petista.

De acordo com o ‘Financial Times’ , uma diferença fundamental entre a ex-senadora e Lula é que “enquanto ele vendeu o consumo de bens aos mais pobres como o mais alto ideal de seus oito anos de mandato, Marina enfatizou o desenvolvimento humano, particularmente a educação”.

O jornal também citou declarações do economista Eduardo Gianetti, um de seus conselheiros durante a campanha presidencial, da qual saiu derrotada em outubro, com 21% dos votos válidos.*Fonte G1

Deixe uma resposta