Mãe obrigava filha a dormir com 1800 homens em culto satânico

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Mãe obrigava filha a dormir com 1800 homens em culto satânico
Mãe obrigava filha a dormir com 1800 homens em culto satânico

Mãe obrigava filha a dormir com 1800 homens em culto satânico. Uma adolescente no Reino Unido, conta em livro, relatos de uma série de abusos sexuais, que sofreu durante cultos satânicos ao longo de sua infância.

Com o pseudônimo de Annabelle Forest, ela relata como foi forçada pela própria mãe, Jacqueline Marling, – a fazer sexo com 1.800 homens – entre os 7 e os 17 anos, em rituais satânicos promovidos na casa de um dos vizinhos – que se tornou seu padrasto.

A britânica, contou o passado de horror que viveu nas mãos da própria mãe durante cultos satânicos de uma seita religiosa no Reino Unido em o livro “The Devil on The Doorstep”.

“Minha mãe foi uma mulher má e nunca a perdoarei”, disse ao site “Wales Online”.Forest sofreu o primeiro estupro quando ainda era uma criança por ordens do líder da seita, Colin Batley.

 Colin Batley
Colin Batley foi condenado a 11 anos de prisão e Marling, a 12 anos.

Três anos depois, foi forçada a participar de orgias ao lado da mãe, Jacqueline Marling, no que resultou em mais de 1800 abusos ao longo dos anos até completar a maioridade.

As crianças da igreja eram obrigadas a participar de práticas sexuais sob a ameaça de serem levadas ao inferno caso se recusassem a cumprir as ordens do líder. “Batley sabia como te manipular e fazer o que ele mandava”, lembrou.

De todos os abusos, Forest disse que o pior foi praticado por sua própria mãe. “Era uma menina estudante durante o dia e uma escrava sexual à noite. Fiquei tão mal que em determinado momento tentei tirar minha própria vida”, contou.

A britânica engravidou do líder da seita, aos 17 anos, e três meses após dar à luz foi forçada a se prostituir para sustentar a igreja. Já maior de idade, Forest denunciou a mãe e o responsável pela igreja à polícia.

Hoje, a britânica se diz mais aliviada pela prisão de Marling e Batley – condenados em 2011. Na época, ela disse que acompanhou o julgamento e percebeu que sua mãe também era uma pessoa “satânica e fria” e diz que não entende como ela teve coragem de permitir tudo isso. “Eu fui assistir à sentença na corte porque queria vê-la pela última vez. Ninguém no mundo pode me machucar mais do que os dois”, afirmou

Atualmente casada e com dois filhos, a britânica escreveu o livro “The Devil on The Doorstep” com o objetivo de fazer com que outras vítimas também denunciem os agressores.

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