Programa ‘A Liga’ exibe reportagem sobre trabalho evangelístico mostrando que Deus esta em todo lugar

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Programa 'A Liga' exibe reportagem sobre trabalho evangelístico mostrando que Deus esta em todo lugar
Programa ‘A Liga’ exibe reportagem sobre trabalho evangelístico mostrando que Deus esta em todo lugar

Programa ‘A Liga’ exibe reportagem sobre trabalho evangelístico mostrando que Deus esta em todo lugar

O programa ‘A Liga’, da Band, exibiu episódio inédito nesta terça-feira (1º), sob o tema ‘Deus em Todo Lugar’, e mostrou o trabalho de líderes cristãos que atuam em missões urbanas, levando o Evangelho a áreas da sociedade que são marginalizadas e recebem menos atenção das igrejas como um todo.

Na página do programa no portal Band, um infográfico destaca que “as leis brasileiras preveem liberdade religiosa e proíbem qualquer intolerância contra grupo religiosos”.

Os apresentadores d’A Liga foram em locais como a cracolândia, presídios e bairros de periferia onde o Evangelho é levado de maneira prática àqueles que precisam ser alcançados pela mensagem transformadora.

Pastoral Carcerária

O apresentador Cazé foi à Penitenciária I de Franco da Rocha, Região Metropolitana de São Paulo, junto a um grupo de missionárias que atuam há mais de dez anos junto aos detentos, levando a eles o Evangelho.

As missionárias da Pastoral Carcerária afirmaram que não tem “medo nenhum” de ir aos presídios, e que os detentos agem de forma respeitosa: “Eles são muito educados, é a disciplina deles. Se alguém é mal-educado com a gente, eles cobram”.

Lá dentro, forma-se uma roda com os detentos, que se reúnem para ouvir a leitura de uma passagem bíblica, e ouvem um breve sermão. Cazé, impressionado, comenta: “É uma energia muito forte aqui”.

Cracolândia

Thaíde acompanhou o pastor Aranilton Babão na cracolândia do centro de São Paulo, que acompanhado de uma banda de pagode gospel, aborda os dependentes químicos para levar uma mensagem bíblica e distribuir lanches aos moradores de rua e usuários de drogas.

“Enquanto a garota tá ali preparando a próxima pedra, o pastor está ali conversando com o outro irmãozinho, e tentando passar pra ele umas palavras de conforto. Um trabalho que muita gente não tem coragem de fazer. Pelo menos, não desse jeito”, comentou o apresentador, fazendo referência ao crack, droga considerada uma epidemia no Brasil atualmente.

O pastor, emocionado com os relatos de um grupo de usuárias do crack, comenta: “O que a gente precisa é que a igreja se una, cara. Isso tem história, isso tem mãe, isso aqui tem filho. Precisa ver isso, sabe, Thaíde. Isso aqui não é lixo”, afirmou o pastor, usando as gírias comuns ao seu trabalho.

Funk Gospel

A apresentadora Rita Batista acompanhou o músico Adriano Gospel Funk durante um baile gospel promovido por uma igreja na Baixada Fluminense, e acompanhou o trabalho de evangelização.

“Eu acho mais válido você usar a música do que chegar com um papelzinho”, disse Adriano, fazendo referência aos folhetos evangelísticos, muito usados por igrejas em todo o país.

Entre os espectadores, Rita conversou com uma jovem que afirmou gostar do funk gospel por ter “a palavra de Jesus”.

“Ele tem o recurso da brincadeira, mas não perde de vista a palavra de Deus”, resumiu Rita.

Pregação na Madrugada

Mariana Weickert acompanhou a pastora Nildes em seu trabalho de levar a mensagem do Evangelho a travestis, moradores de rua e usuários de drogas.

Integrantes da Igreja do Evangelho Quadrangular, Nildes e seu esposo, Jair, explicam sua motivação para desempenhar o trabalho de evangelização na madrugada de São Paulo: “Quando eu vi as pessoas morrendo de fome, com frio, eu disse ‘esse é um problema meu’”, resumiu.

Na chegada ao local da distribuição dos lanches e cobertores, Mariana e Nildes abordaram um travesti, que contou o que sentia com o trabalho desempenhado pela equipe da pastora: “Entra muita paz no meu coração, entendeu. Fico mais leve, mais feliz, porque eu to num lugar que não tenho família, ninguém pra apoiar”, resumiu.

Na sequência, Mari entrevistou um travesti conhecido como Priscilinha do Pará, que afirmou estar há 17 anos nessa condição. “Eu sou temente a Deus”, disse, depois de relatar que recebe muito pouco pelos programas que faz, e que sempre é agredido.

Emocionada, a pastora afirmou que “Deus não quer que a gente fique dentro das quatro paredes, dentro da igreja, com ar-condicionado, cadeira boa…”, e pontuou: “Todos na igreja tem que sair pra fora”.


*As informações são do Gospel Mais

1 COMENTÁRIO

  1. Uma publicação excelente, sobre trabalhos anônimos que pessoas tem feito, para os excluídos, e que todos os cristãos, deveriam sair um pouco de suas igrejas e prestar esse serviço aos necessitados. O mundo seria muito melhor. Fazer aquilo que Cristo nos deixou, Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo.

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