Bispo Edir Macedo critica lista do portal iG que colocou o entre os 60 mais poderosos do Brasil

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Bispo Edir Macedo critica lista do portal iG que colocou o entre os 60 mais poderosos do Brasil
Bispo Edir Macedo critica lista do portal iG que colocou o entre os 60 mais poderosos do Brasil

Bispo Edir Macedo critica lista do portal iG que colocou o entre os 60 mais poderosos do Brasil

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), divulgou uma nota em que critica seu perfil publicado no portal de notícias iG, na seção “Os 60 mais poderosos do País”.

Segundo a nota publicada pelo Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal, “O portal iG, preguiçosamente, traçou um perfil do bispo com muitas informações mentirosas sem fundamentos.

Portal IG destaca Edir Macedo em lista dos homens mais poderosos no Brasil

Leia a nota divulgada pela assessoria da Iurd) na íntetegra:

 O preconceito do portal iG contra a Universal

A pretexto de produzir um perfil do bispo Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, incluindo-o na lista dos “60 mais poderosos do país”, o portal iG, preguiçosamente, produziu uma colcha de retalhos com muitas informações mentirosas publicadas pela Imprensa no passado, mas já desmentidas pela Justiça brasileira, costurando-a com forte preconceito contra a Universal e seus fieis.

A começar pela expressão “templo é dinheiro”, que é uma forma jocosa e desrespeitosa de atacar a crença dos seguidores da Fé Cristã no dízimo. Ao afirmar que o fundador da Universal teria enriquecido com o dinheiro dos fieis, textualmente, a matéria acusa o bispo Macedo de possuir “um especial talento para atrair doações em tamanho e tempo capazes de fazer dele um bilionário”. Essa afirmação leviana já foi rechaçada pelo Judiciário, inclusive com decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal.

Quanto à citada lista da revista “Forbes” e seus critérios pouco transparentes, que transformaram o bispo Macedo em “bilionário”, reiteramos que a Rede Record de Televisão é o único bem de propriedade dele, com o aval das autoridades constituídas, dos seus milhares de funcionários e artistas, dos milhões de fieis da Universal e dos seus telespectadores de todas as religiões.

Da Record, o bispo Macedo não recebe salários, nem retira lucros — nunca recebeu um centavo da empresa. Não vive dessa atividade, sendo dependente do seu próprio trabalho como pastor evangélico.

O personagem descrito pelo portal iG é um aproveitador da “graça da generosidade dos fiéis”. Mas o texto não traz uma única linha sobre o fenômeno de Fé e de salvação de multidões que o bispo Macedo e a Universal promovem no Brasil e um uma centena de outros países. Ou dos inúmeros programas sociais patrocinados pela Universal que salvam milhões de abandonados pela sociedade e pelo Estado: viciados em drogas, moradores de rua, mulheres agredidas, idosos esquecidos pela família, eficientes desamparados, grávidas adolescentes, detentos e seus familiares, jovens sem perspectiva, vítimas de tragédias naturais.

É de se lamentar que o portal iG, um dos mais importantes e tradicionais da Internet brasileira, tenha se rendido ao preconceito religioso que, como veículo de comunicação respeitado, deveria combater.

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