Carlinhos Félix diz, cantores gospels não eram considerados como músicos!

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Carlinhos Félix diz, cantores gospels não eram considerados como músicos!
Carlinhos Félix diz, cantores gospels não eram considerados como músicos!

Carlinhos Félix em entrevista, ao portal G1, diz que cantores gospels não eram considerados como músicos, diz o cantor Cantor carioca fala sobre carreira e projetos, recentemente o Carlinhos participou de lançamento do CD de banda montes-clarense.

Cantores gospels não eram considerados como músicos! Diz Carlinhos Félix

Com canções consagradas no meio gospel como “Basta querer (É como um sonho)” e “Poderoso Deus”, o cantor carioca Carlinhos Félix esteve em Montes Claros (MG) para o lançamento do CD da banda D’passagem na noite desta quarta-feira (14).
Félix tem 13 álbuns gravados, o último lançado pela Som Livre. Em mais de 25 anos de carreira é conhecido por ter inovado a música cristã no Brasil. Ele inseriu o rock no repertório gospel com a Rebanhão, banda criada nos anos 80, e conquistou o público jovem.

O cantor gospel prepara um novo disco que será lançado ainda neste ano. Em entrevista ao G1, o cantor fala sobre trabalho e o cenário gospel no Brasil.

Confira entrevista:

G1 – Como você observa o crescimento da música gospel no país e a grande exposição fora dos veículos gospel?

Carlinhos Félix – Acho maravilhoso porque a gente lutou muito por isso desde a época do Rebanhão. Nós fomos os primeiros [cantores gospel] a entrar no Canecão com recorde de público. Isso foi uma conquista. Vejo que é o início de um tempo muito legal para nós da música.

Há um tempo atrás, a gente não era considerado músico. Eu nunca consegui entender o que o povo pensava. Hoje, a gente faz parte da cultura do nosso país. Eu fico feliz porque eu estudei, me formei pelo instituto Vila Lobos e hoje tenho o trabalho reconhecido. Foi uma batalha que a gente conseguiu vencer.

G1 – Estilos como pagode, axé e até funk gospel também tem crescido. Há algum preconceito no meio gospel com esses ritmos?

Carlinhos Félix – Música é música. Na verdade, o povo evangélico não aceitava esse tipo de som. Achavam que era “música do mundo”, mas não existe isso. Nosso conceito é que a música foi criada por Deus, seja rock, baião, xote, balada ou funk. A única diferença está no que a gente transmite: a mensagem que a gente acredita.

A banda Oficina G3, por exemplo, é rock’n roll puro e da melhor qualidade. A própria Bíblia diz que devemos acompanhas ar mudanças. As coisas se renovam, assim como a Palavra de Deus se renova a cada dia. Quem fica estagnado morre.

G1 – E tem mais novidade vindo por aí: um novo CD. Quando deve ser lançado?

Carlinhos Félix – Na primeira semana de dezembro sai meu novo disco, o “Lindo Senhor”, pela Sony Music. As redes sociais estão ‘bombando’ sobre o assunto e eu estou muito contente pela expectativa que está sendo criada. Estou muito contente com isso tudo.

Informações:G1

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