Políticos evangélicos de Pernambuco querem fim da Marcha da Maconha

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Políticos evangélicos do Pernambuco querem fim da Marcha da Maconha
Políticos evangélicos do Pernambuco querem fim da Marcha da Maconha

A Frente Parlamentar em Defesa da Família da Assembleia Legislativa de Pernambuco  entrou com uma ação, ontem à tarde, no Ministério Público Estadual pedindo a proibição da Marcha da Maconha. O movimento social, caso não seja embargado pelo poder público,  será realizado no dia 20 de maio, na Rua da Moeda, no Bairro do Recife. Os deputados estaduais, que integram o grupo, defendem que o ato é inconstitucional, pois o consumo da maconha ainda não é regulamentado no Brasil.

O grupo de parlamentares foi liderado pelo deputado estadual Cleiton Collins (PSC). Os deputados Adalton Santos (PSB) e Ossésio Silva (PRB) também aderiram à movimentação e assinaram o documento. Segundo Collins, a realização da Marcha, além de inconstitucional, representa um risco. “Temos a obrigação de defender a família. A maconha é a porta de entrada para o crack, que atinge a sociedade pernambucana. Muitos começam na maconha, que é uma droga mais leve”, frisou o parlamentar, que é pastor e pré-candidato à Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes.

Independente da posição do Ministério Público, a Frente Parlamentar em Defesa da Família já prepara uma ofensiva contra os “partidários da Marcha”. No mesmo dia da passeata no Recife Antigo, os parlamentares estão organizando a Marcha da Família, com saída do Palácio Joaquim Nabuco até a Avenida Conde da Boa Vista. “Não há interesse dos grupos se encontrarem nas ruas. Temos que mostrar nossa insatisfação. Daqui a pouco, as pessoas estão contratando bandas para tocar na Marcha da Maconha”, completa Collins. (Tércio Amaral).

Informações: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

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