Quem Sou Eu e Qual Era o Meu Problema?

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Quem Sou Eu
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Quem Sou Eu e Qual Era o Meu Problema?

Pense no fato de que existem cerca de seis bilhões de pessoas em um mundo onde há todo tipo de problemas. Se você tem problemas, você tem muita companhia. Acredito que não existem muitas pessoas isentas de algum tipo de problema. Eu também já tive um problema sério durante boa parte de minha vida, mas encontrei a solução. Mais adiante contarei a você do meu problema e da solução que encontrei, mas primeiro deixe-me citar alguns problemas que as pessoas têm, pessoas como eu e você.
Problemas Raciais, Nacionais, Sociais e de Todo Tipo
Há anos que os Árabes e Judeus vivem em conflito. Ambos desejam a mesma coisa e há uma disputa constante entre eles. Há também problemas entre negros e brancos. Além disso, há outros grupos de diferentes raças e religiões onde existem problemas. Todo país parece ter seus problemas internos. Lutas na Irlanda, guerra declarada nos países da África, violência e violação dos direitos humanos em países da Ásia, tudo indicando o carárter universal dos problemas. Nenhum país na face da Terra está isento de problemas morais, de saúde, financeiros, políticos e outros tipos de problemas domésticos que atingem cada um deles.
Os Maiores Problemas
Todavia, os maiores problemas no mundo são pessoais. São os problemas pessoais que geram todos os outros problemas. Existe um número crescente de casamentos destruídos, lares desfeitos e problemas sexuais que incluem estupros, incestos, abuso de crianças e homossexualismo. Dificuldades financeiras, roubos, vícios por drogas, alcoolismo, crimes e até suicídios estão em evidência em todo lugar e são muito comuns neste mundo atribulado. Problemas assim deixam as pessoas desnorteadas e confusas; fazem com que as pessoas sintam que a vida é um completo fracasso e levam muitos a pensar se vale a pena ou não viver. Tudo isso faz com que você se sinta triste, só e infeliz. Um sábio da antiguidade se expressou assim: “O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de inquietação”. Creio que temos que concordar com ele.
Quem Sou Eu e Qual Era o Meu Problema?
Meu nome é Harold Smith; moro em Argyle, Nova Escócia, Canadá. Já vivi neste mundo por mais de setenta anos. Meu problema parece ter surgido quando eu tinha uns doze anos de idade. Parecia haver dentro de mim um vazio que me deixava inquieto. Recordo-me de um dia em que meu pai me encontrou chorando e perguntou o que havia de errado comigo. Eu não podia dizer pois nem mesmo eu sabia. Fui criado em um bom lar e respeitava meus pais; mas parecia haver algo faltando dentro de mim. Digamos assim, havia um vácuo, uma fome, um sentimento de solidão. Achava que quando crescesse e pudesse ser dono de minha vida e fazer as coisas que quisesse isso acabaria me trazendo satisfação.
 
Por Minha Conta
Sendo assim, aos quatorze anos abandonei a escola e fui trabalhar. Tinha meu próprio dinheiro e estava livre da influência de meus pais, mas isso não me deu a alegria que pensei que daria, ao menos aquela que eu buscava. Depois de passar algum tempo fazendo o que todo mundo fazia, acabei me alistando no exército durante a Segunda Guerra Mundial. Então comecei a pensar que meu problema podia ser na área sexual. Se pudesse me casar e sossegar, talvez fosse feliz. Eu já tinha uma namorada, a mesma que tenho após 53 anos de casado, então nos casamos quando eu tinha dezenove anos de idade.
Precisei servir em outros países. Apesar de permanecer fiel à minha esposa, divertia-me com meus amigos, embora com certas limitações, fazendo o que todo mundo fazia. Quando voltei para meu lar e para minha esposa, passei os anos seguintes, até chegar aos vinte e seis anos de idade, procurando por algo para satisfazer meus anseios, preencher o vazio em minha vida. Por fora eu parecia ser um rapaz muito feliz, mas por dentro eu vivia uma vida miserável.
Uma Vida Vazia
Era feliz no casamento, tínhamos filhos e nenhum problema financeiro mais sério. Todavia existia um vazio em minha vida. Embora levasse uma vida normal, não encontrava uma resposta para meu problema. A religião nunca me atraíra, e a mera “religião” ainda não me atrai. Eu conhecia muitas pessoas que eram religiosas e tinham os mesmos problemas que eu.
Então comecei a pensar: “De onde vim e por quê estou aqui? Já tentei de tudo, será que meu problema é espiritual?”. Eu tinha minhas próprias idéias sobre o que era ser cristão. Não queria apenas me tornar religioso. Tinha ideais elevados e achava que se os conquistasse com certeza eu seria bem feliz. Então comecei um programa de reforma pessoal, abandonando todos os meus maus hábitos e virei uma nova página em minha vida. As pessoas começaram a notar que eu era uma pessoa diferente. A mudança era evidente a todos. Posso me recordar de um homem que me disse algo assim: “Você deve ser um cristão de verdade”. O que ele não sabia era que aquilo tudo era exterior. Eu poderia ter dito a ele que, se eu era um cristão, certamente era o mais infeliz de todos. Aquilo que eu esperava que me trouxesse uma razão de viver e satisfação pessoal simplesmente não estava funcionando.
A Raiz do Meu Problema
Comecei então a ler a Bíblia, um livro que nunca havia lido, mas pelo qual tinha grande consideração. Foi enquanto lia a Bíblia que descobri que meu problema residia no fato de eu não estar bem aos olhos de Deus. Finalmente eu tinha encontrado qual era o meu problema: “CULPA”. Minha descoberta me deixou ainda mais infeliz, aumentando meu desconforto e inquietação. Passei a ficar mais preocupado por causa de meu pecado e culpa. Por causa de minha consciência, eu sabia que não estava de bem com Deus e aquilo me metia medo. Ao descobrir que meu problema era medo, percebi que era o mesmo medo que tinha quando estava com doze anos de idade. Havendo descoberto meu problema, surgia agora a questão: “Qual seria a solução?” Eu havia tentado me reformar, fazendo o melhor que podia, e ainda assim não encontrara a paz ou a resposta para aquilo que há tanto tempo proc
urava.
O Remédio para o Pecado
Ao longo de minha leitura da Bíblia entendi que eu era um pecador. Esse crescente sentimento de culpa fez com que eu ficasse com um medo cada vez maior. Eu sempre soube que Jesus Cristo, o Filho de Deus, desceu do céu para morrer por pecadores. Eu não tinha nenhuma dificuldade em admitir que era um pecador. Se eu já cria que Cristo tinha morrido por mim, então por que razão ainda sentia sobre mim aquele fardo que era a razão de meu problema? A Bíblia é clara quando diz: “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo” (Atos 16:31). Eu sabia que acreditava, mas continuava me sentindo miserável e certamente não estava salvo.
Ele Morreu Por Meus Pecados
Então descobri que “crer” significava “confiar de todo o coração”. Finalmente enxerguei a verdade da salvação. Ainda me lembro daquele dia em Agosto, há quarenta e cinco anos, quando, como um pobre pecador, entendi de repente que o Senhor Jesus Cristo havia morrido por meus pecados. Deus dizia que seu eu cresse, confiasse, aceitasse a Ele, eu teria o perdão dos pecados e a vida eterna. Foi exatamente o que eu fiz um dia, simplesmente assumindo meu lugar como um pecador infeliz e confiando no Senhor Jesus como meu Salvador. Cri no que estava escrito em João 3:36: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna”.
Nos muitos anos que já vivi desde então, não vivi uma vida livre de problemas, mas posso dizer com toda a honestidade que mesmo com problemas tenho tido uma paz firme com Deus e a bendita certeza de que meus pecados foram todos perdoados e que tenho a vida eterna.
Jesus disse: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que Sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mateus 11:28,29)
Por Mario Persona

Fonte: stories.org.br  Via Guiame
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