Notícias sobre o juiz que anulou o primeiro casamento gay

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Notícias sobre o juiz que anulou o primeiro casamento gayJuiz de Goiania anula mais um casamento gay
Mais uma vez, juiz de Goiânia anula união gay

O juiz de Goiânia Jeronymo Pedro Villas Boas, que  anulou, pela primeira vez, uma união gay no país, cumpriu sua promessa que  iria continuar anulando casamento gays, como já o tinha afirmado em uma entrevista ao Fantástico ele voltou  à carga. O juiz Villas Boas anula uma segunda união gay, de dois homens que moram juntos há 22 anos. Na recente decisão, o juiz afrontou mais uma vez o entendimento do Supremo, que reconheceu no início de maio esse tipo de relação. A decisão da semana retrasada foi cassada.

Villas Boas disse que, como não há na Constituição previsão implícita ou explícita de que a família possa ser formada por duas pessoas do mesmo sexo, nenhum dos poderes submissos à Carta Magna pode incluir este tipo de relação. Escreveu o juiz:
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Em entrevista ao Fantástico Juiz afirma que continuará anulando casamentos gays

  O Fantástico traz uma entrevista exclusiva com o juiz de Goiás que mandou anular um casamento gay.
De acordo as declarações do juiz neste domingo, manifesto solenemente a favor da decisão do Magistrado, Sr Jerônimo Villas Boas.

Infelizmente estamos prestes a adentrar em uma ditadura enfática dos acordes do STF, que surpreendentemente equivocam artigos constitucionais, em uma  filosofia aristocrática que trilha sobre a ignomínia, abolindo a opinião publica de um assunto polêmico, e  de interesse de uma unânime sociedade, que se alicerça em princípios éticos da moral e dos bons costumes, e não no  pressuposto de, “dois pesos duas medidas” que foi decidido pelo Supremo Tribunal Superior .

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Juiz que anulou casamento gay irá ser julgado
O juiz , Jerônymo Pedro Villas Boas, de 45 anos, irá ser julgado por Corte Especial.
O juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, de 45 anos, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros de Goiânia, será julgado por Corte Especial, anunciou a desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, também corregedora do Tribunal de Justiça de Goiás. Ela anulou um ofício do juiz que suspendia o primeiro contrato de união estável homoafetiva da capital de Goiás. Beatriz também determinou que todos os cartórios de registro da cidade produzam o documento.
Segundo a desembargadora, “a leitura (do ofício do juiz) demonstra vício de competência a contaminar a decisão”. Ela explicou que à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) não caberia contestação e sim submissão. Quando assim não ocorre, cabe “apuração disciplinar”.

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juiz que anulou a união de um casal homossexual é pastor da Assembleia de Deus
O juiz que anulou a união de um casal homossexual, Jeronymo Pedro Villas Boas, da 1º Vara da Fazenda Municipal e de Registros de Goiânia, confessou no final da manhã desta quarta-feira que é pastor da igreja Assembleia de Deus.
– Sou pastor da Assembleia de Deus Madureira e não nego minha fé – afirmou.
Segundo ele, sua decisão está amparada pela Constituição que exige que para uma união o casal receba a autorização de um juiz. Ele justifica que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que garante aos homossexuais os mesmo direito civis dos demais brasileiros, não é vinculante e o acórdão daquela sessão ainda não foi publicado.
– As pessoas no Brasil para viverem juntas e se unirem têm que ter os requisitos formais da lei. Quem reconhece isso é um juiz – disse Villas Boas. 

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Foi cassada a decisão de juiz que anulou união homoafetiva
Corregedora do TJGO cassa decisão de juiz que anulou união homoafetiva em Goiás

A desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), cassou decisão do juiz goiano que anulou a união estável de um casal homossexual e proibiu os cartórios do estado de emitir outros contratos de união estável.

O juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos de Goiânia, anulou na última sexta-feira, 17, a união estável do estudante Odílio Torres com o jornalista Leo Mendes, que se uniram no dia 9 de maio, alegando que a decisão do Supremo Tribunal Federal é inconstitucional.
Villas Boas também determinou que os cartórios da cidade só realizem a união entre pessoas do mesmo sexo se houver decisão judicial que reconheça expressamente o relacionamento do casal.

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Juiz anula contrato de união estável entre homossexuais

O juiz da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, determinou nesta sexta-feira (18), de ofício, a anulação do primeiro contrato de união estável entre homossexuais firmado em Goiás, após decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Para Villas Boas, o Supremo “alterou” a Constituição, que, segundo ele, aponta apenas a união entre homem e mulher como núcleo familiar. “Na minha compreensão, o Supremo mudou a Constituição. Apenas o Congresso tem competência para isso. O Brasil reconhece como núcleo familiar homem e mulher”, afirmou ao G1. O magistrado analisou o caso de ofício por entender que se trata de assunto de ordem pública.

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