Joana Prado diz: que Fica orando para o marido se aposentar logo

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Joana Prado diz: que Fica orando para o marido se aposentar logo

Vitor Belfort e Joana Prado, a Feiticeira, viveram o máximo da exposição na televisão quando participaram juntos do reality show “Casa dos Artistas”, em 2002. Quase uma década depois, Belfort continua em alta, dentro do UFC. Joana, não. Ela mudou sua vida completamente, abandonou o rótulo de sex symbol e se tornou, como ela própria disse ao UOL Esporte, “literalmente uma dona de casa”.



As mudanças começaram quando o casal se tornou evangélico, mas o passo determinante foi dado há cerca de um ano, na mudança da família para Las Vegas, nos Estados Unidos. “Foi uma decisão profissional, porque a maioria dos bons centros de treinamento fica aqui”, explica Vitor, 34, que teve todo o apoio da mulher para buscar o melhor caminho para sua carreira.
Foi dando este apoio que Joana acabou largando uma série de luxos que tinha no Brasil e trocou de “profissão”. “Eu tinha duas babás, cozinheira… Larguei tudo na mudança. Hoje sou literalmente uma dona de casa. Cuido de tudo sozinha: do Vitor e das crianças, e ainda lavo roupa, limpo a casa e cozinho”, afirma a paulistana de 34 anos.




NAMORO REATADO NA TV
A formação do casal Joana e Vitor teve episódios curiosos. Após se conhecerem num evento, eles começaram a namorar em 2000, mas terminaram o relacionamento. A volta só ocorreu devido à presença na “Casa dos Artistas”, do SBT, em 2002. Vitor entrou no programa já em andamento, e logo o namoro recomeçou, levando ao casamento um ano depois.



Joana, que devido à personagem Feiticeira posou três vezes para a Playboy e tem até hoje o recorde de vendas da edição brasileira, não tem intenção em voltar à vida artística. A menos que o faça em algo ligado a religião. Por causa da  fé ela renega o passado como Feiticeira – em um programa de TV de 2009 Joana chegou a chorar no ar com a insistência do apresentador em chamá-la pelo apelido.



“Não penso em voltar, minha prioridade é educar meus filhos e cuidar do Vitor. Já me fizeram um convite para um programa na Bola TV (site relacionado à igreja Bola de Neve), mas não é minha prioridade”, conta, antes de brincar. “Eu estou com a minha família 24h por dia, educo e ainda assim eles fazem tudo errado. Como seria sem mim?”.



Joana e Vitor têm três filhos: Davi (6 anos), Vitória (3), e Kyara (2). E, segundo a mãe, já é o bastante.

LEIA TRECHOS DA ENTREVISTA PARA O UOL ESPORTE

VITOR BELFORT:
‘Sinto falta do contato com os fãs brasileiros’

JOANA PRADO:
‘Sou uma dona de casa, cuido de tudo aqui’
Como tem sido a vida nos EUA?
Estamos nos Estados Unidos há um ano. Foi uma decisão profissional, porque a maioria dos bons centros de treinamento fica aqui. É ótimo ficar perto da família e aqui temos o apoio que ainda não existe no Brasil para o esporte, com academias e estrutura melhores.

Faz falta a vida badalada do Brasil?
Adoro estar em contato com os fãs, eu amo o povo brasileiro, mas não sou louco pela fama.

E voltaria a morar no Brasil, aposentado?
Eu amo o Brasil e voltaria sim. Espero que os novos lutadores não tenham de sair do país para treinar como acontece hoje em dia.

Como foi a decisão de deixar o Brasil?
Colocamos tudo no papel e, para o treinamento e a vida do Vitor, os EUA são o melhor lugar para morar. Mas para mim sempre foi tranquilo, fico mais sossegada para criar nossos filhos, é muito bom em relação à segurança.

E a adaptação à nova vida?
Costumo dizer que nem teve adaptação. Eu tinha duas babás, cozinheira, e larguei tudo na mudança. Hoje sou literalmente uma dona de casa. Cuido de tudo sozinha: do Vitor e das crianças, lavo roupa, limpo a casa e cozinho. Tenho que estar preocupada com quando o Vitor entra em camping, e sempre estou muito envolvida com tudo das crianças.

Em casa, preparação é no garfo

Vindo de uma derrota para Anderson Silva, Vitor Belfort tem como próximo objetivo reverter este quadro e voltar a vencer – antes de encarar Silva, sua série de vitórias chegou a cinco. Para isso, enfrenta o japonês Yoshihiro Akiyama no UFC 133, dia 6 de agosto. Muito trabalho para o lutador, em rotina forte de treinos, e também para Joana.
“O trabalho da mulher é sempre dobrado, mas nossa família está unida e sei que ela está muito feliz”, diz Vitor. A mulher adiciona: “Quando começa o camping (período de treinos), é complicado, mas a cada luta eu me sinto mais calejada. Temos uma vida muito saudável, então acaba sendo mais tranquilo.”

É dela, inclusive, o trabalho nada fácil de alimentar um lutador, que ao mesmo tempo que precisa manter sua força, tem de estar no peso certo de sua categoria. Mas Joana afirma que a culinária é um dos seus afazeres preferidos – e vale até aplicativo no telefone celular para descobrir receitas.

Vitor Belfort diz que nunca recebeu um pedido da família para deixar o MMA, mesmo com derrotas, como a para Anderson Silva, com um chute digno de cinema. “Eles pedem é para que eu ganhe na próxima. Aqui em casa nunca desistimos, é sempre pra frente”, afirma o lutador.
Mas, apesar de habituada, Joana admite ser difícil acompanhar os combates. “Fico orando para ele se aposentar logo”, diz ela, com um tom misto de brincadeira e seriedade.
“Nunca pedi para o Vitor parar. Na verdade, eu oro é para ele fazer o que gosta, que é lutar, para poder cada vez mais mostrar um pouco a nossa família, nossos valores e os princípios cristãos que temos. Não é por acaso que ele é um dos únicos que continua aí. O Randy (Couture, veterano do UFC) era o último da mesma época e já parou”, completa, citando o norte-americano que se aposentou em derrota para Lyoto Machida, em abril.
As palavras dela tem ligação direta com o fato de Joana ter se tornado evangélica após Vitor ter se convertid
o. Isso aconteceu em decorrência da perda da irmã do lutador, sumida em 2004. Hoje, o casal faz questão de sempre exibir esta sua ligação com a religião e o que, para eles, ela trouxe à família Belfort.
Fonte: UOL


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