SOM LIVRE LANÇA CD SOBRE 100 ANOS AD

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SOM LIVRE LANÇA CD SOBRE 100 ANOS AD

A gravadora secular Som Livre, que pertence ao sistema Globo de Comunicação, também decidiu reconhecer o trabalho das Assembleias de Deus e prestará sua homenagem ao Centenário do Movimento Pentecostal no Brasil com o CD Promessas – Pentecostal, volume 1. A coletânea reunirá apenas vozes femininas que representam a música gospel pentecostal. Entre elas, as cantoras Lília Paz, Lauriete, Elaine de Jesus e Shirley Carvalhaes. Eles prometem o presentão para este Natal.

Desde 2008 a Som Livre tem investido na música gospel agenciando nomes como Diante do Trono, irmão Lázaro, Aline Barros, Ludmila Ferber e uma série de coletâneas, como o caso da série Promessas, que parte agora para a sua terceira edição.

Para a cantora Lília Paz, que com a canção “Minha Fé” integra o projeto pela primeira vez, o convite da Som Livre é visto como a oportunidade de lançar a rede em mar aberto. “Nossa missão é proclamar o Evangelho e com trabalhos como esse, que não ficam condicionados somente ao mercado gospel, temos a oportunidade de ver nosso louvor chegar a ambientes não evangélicos. Desta forma, cumprimos de fato nosso Ide. E não podemos esquecer que o louvor liberta. Que em cada novo lar, em cada estabelecimento comercial, ou onde quer que as canções venham a chegar, Deus estará curando, libertando, restaurando e batizando com seu Santo Espírito”, acredita a representante da Patmos Music, o selo fonográfico da CPAD.
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1 COMENTÁRIO

  1. mais uma dos nossos agmios catf3licos:Padre e9 condenado a 16 anos de prise3o por pedofiliapor Fernando PorfedrioNuma decise3o ine9dita, o Tribunal de Justie7a de Se3o Paulo ne3o teve piedade, usou a fore7a da lei dos homens e mandou para a cadeia um padre acusado de pedofilia. O re9u chama-se He9lio Aparecido Alves de Oliveira, o padre Helinho. Ele e9 acusado de uma se9rie de crimes de atentado violento ao pudor, com violeancia presumida (quando as vedtimas se3o menores de 14 anos ou ne3o podem oferecer resisteancia), contra treas criane7as, alunas do cole9gio onde era o diretor.Nesta quinta-feira (26/7), o Tribunal paulista, por votae7e3o une2nime, negou apelo do padre e aplicou contra ele a pena de 16 anos e treas meses de recluse3o. Cabem novos recursos – especial e extraordine1rio – aos Tribunais superiores (STJ e STF). O 3ba juiz, Carlos Biasotti, que havia pedido vistas do processo, foi irf4nico ao proferir seu voto. O desembargador afirmou que sf3 mesmo a provideancia divina poderia ter piedade da conduta do religioso.O julgamento da apelae7e3o criminal foi iniciado na semana passada quando a defesa fez sustentae7e3o oral. Dois desembargadores – o relator e o revisor – votaram contra os recursos apresentados pelo padre e pelo Ministe9rio Pfabico Estadual. A defesa pedia a absolvie7e3o e a Procuradoria de Justie7a o aumento da pena.De acordo com a denfancia do Ministe9rio Pfablico Estadual (MPE), o cene1rio dos crimes foi Rio Claro, uma rica cidade do interior paulista, a 170 km da capital e o tradicional cole9gio catf3lico dos claretianos. Segundo informae7f5es divulgadas durante o julgamento pfablico do recurso, o padre abusava das criane7as. Levava os alunos ate9 a sala da diretoria, os colocava no colo e, com a desculpa de corrigir a caligrafia e os desenhos, os beijava e roe7ava seu f3rge3o sexuai nas ne1degas das criane7as, que, na e9poca, tinham entre 8 e 10 anos. He1 notedcias de que o sacerdote levaria, tambe9m, as criane7as para um acampamento dormindo na cozinha, abrae7ado a elas. Um dos meninos teria comee7ado a ser molestado a partir dos cinco anos.DenfanciaO padre He9lio foi denunciado pelo Ministe9rio Pfablico Estadual pela pre1tica de pedofilia por 15 vezes contra treas criane7as com idades entre 8 e 10 anos. Na e9poca da denfancia, o padre era diretor da Unie3o das Faculdades Integradas Claretianas (Uniclar), do Cole9gio Integrado Claretiano de Rio Claro e da TV Rio Claro. Atualmente este1 afastado dos cargos. As vedtimas eram estudantes do cole9gio, mantido pela Congregae7e3o Claretiana.De acordo com o MPE, em sua empreitada o sacerdote contou com o auxedlio e a complaceancia da coordenadora pedagf3gica da escola Geny Campanha Pecorari. Esta foi condenada a pena de 13 anos, seis meses e 15 dias de recluse3o. O Ministe9rio Pfablico sustentou que os acusados abusaram da condie7e3o de educadores e He9lio, em especial, do cargo de diretor do cole9gio e da qualidade de sacerdote da ordem religiosa.Palavra de carinhoA defesa contestou. Disse que e0s vezes um agrado, uma palavra de carinho poderia ser mal interpretada, principalmente depois de passado alguns anos. Alegou que ne3o havia provas efetiva da materialidade dos delitos. Com respeito e0 autoria, bateu pela fragilidade, com o argumento de que a maioria dos depoimentos trazidos aos autos estava envolvida pela emoe7e3o e que quase todos relatam fatos que foram contados por terceiros.O advogado do padre claretiano apelou contra sentene7a do juiz de Rio Claro que condenou o sacerdote. Em preliminar, pediu o reconhecimento da decadeancia ou a ine9pcia da inicial. No me9rito reclamou a absolvie7e3o, pela fragilidade da prova trazida ao processo.Habeas CorpusEm 2004, o TJ-SP havia concedido Habeas Corpus a favor do sacerdote revogando o decreto de prise3o preventiva contra ele. A tese aceita pela ce2mara julgadora foi a de que a liberdade do padre ne3o colocava em risco a ordem pfablica.A prise3o preventiva havia sido decretada por ordem do juiz Durval Jose9 de Moraes Leme, da 1aa Vara Criminal de Rio Claro, em 16 de julho de 2004. O magistrado decidiu prender o padre depois do recebimento da denfancia apresentada pela promotora de Justie7a Rosana Me1rcia Queiroz.De acordo com a denfancia, os abusos teriam acontecido diversas vezes entre 2001 e 2004, mas sf3 chegaram ao conhecimento da poledcia em maio de 2004, quando a investigae7e3o foi iniciada.O pedido de prise3o foi feito pela poledcia com base em laudos do IML que de acordo com a acusae7e3o confirmariam a violeancia sexual e em pareceres de psicf3logos que examinaram as supostas vedtimas. As investigae7f5es foram chefiadas pelo delegado regional Joaquim Dias Alves.O Tribunal de Justie7a, por votae7e3o une2nime, decidiu revogar o decreto de prise3o preventiva, e mandou expedir contramandado de prise3o para impedir que o sacerdote pudesse responder ao processo em liberdade.O pecadoA Igreja fez do celibato uma virtude e este1 pagando caro por isso. Denfancias de abusos sexuais contra criane7as e adolescentes, envolvendo padres, religiosos e laicos, e indenizae7f5es milione1rias de3o o tamanho do problema. A crise desnudou a vulnerabilidade do Catolicismo, que ainda se prende ao conservadorismo moral e a rigidez doutrine1ria. O estrago foi te3o grande que virou quase uma unanimidade a necessidade de mudane7a.Em junho, o documente1rio da BBC, principal canal de televise3o da inglaterra, Sex, crimes and the Vatican (Sexo, Crimes e o Vaticano) foi exibido em uma emissora de TV pfablica da Ite1lia. No filme, o papa e a hierarquia catf3lica se3o acusados de ter acobertado padres pedf3filos, transferindo os mesmos de diocese ao inve9s de denuncie1-los e0s autoridades civis. A instituie7e3o que tem como tradie7e3o tratar com discrie7e3o as denfancias de abusos sexuais em suas fileiras, desta vez, teve de agir diferente para proteger sua imagem.E o primeiro sinal dessa mudane7a de atitude surgiu na metade deste meas. “A igreja este1 consciente de sua responsabilidade educativa para com a juventude e pretende ainda participar como protagonista na luta contra a pedofilia”. A declarae7e3o foi disparada pelo porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, ao comentar o acordo financeiro selado entre a Arquidiocese de Los Angeles com 508 supostas vedtimas de abuso sexual por sacerdotes.“A Igreja sente pelo sofrimento das vedtimas e de suas famedlias, devido e0s profundas feridas causadas por comportamentos graves e indesculpe1veis de alguns de seus membros, e este1 decidida a se comprometer de todas as maneiras para evitar que se repitam similares vilezas , completou o porta-voz.Nos faltimos anos ve1rios casos envolvendo membros da Igreja Catf3lica em pre1tica de pedofilia chegaram e0 meddia internacional. As situae7f5es mais conhecidas ocorreram em Londres, Boston, Dallas e Los Angeles. No inedcio a Igreja entendia que quanto mais raro ou exf3tico um fato, maior notoriedade merecia da opinie3o pfablica. O quadro mudou com a intensificae7e3o dos esce2ndalos nos Estados Unidos e na busca de acordos com as supostas vedtimas. A Igreja acordou para a realidade de que a acusae7e3o de pedofilia contra padres e9 uma pe1gina dolorosa de sua histf3ria recente.Apelae7e3o 01.048.793.3/1-00Revista Consultor Jureddico, 28 de julho de 2007[]

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