CÂMARA VOLTA A PRESIDIR AD SJC

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Pr Samuel Câmara volta a presidir a Assembleia de Deus em São José dos Campos, depois da violência que aconteceu por lá seguida pela tentativa de invasão, justiça dá parecer favorável ao Pr Samuel Câmara.

Desde o dia 17 de dezembro de 2010, os membros da Assembleia de Deus em São José dos Campos (SP) revesavam na segurança do templo para não deixar o ex-pastor Luiz Sellari e sua equipe invadirem o local. Foram oito tentativas de tomada de posse, feitas pelo antigo pastor, para cumprir a liminar que lhe foi concedida afastando o pastor Samuel Câmara por 90 dias da presidência da igreja. E ainda, instituindo uma junta presidida pelo pastor Sellari.

Na última tentativa de invasão do templo, dia 1º, por volta das 14h, o pastor Sellari e mais oito homens armados quebraram as vidraças das portas e janelas do templo.Os membros que estavam dentro do templo foram machucados com o estilhaço dos vidros e houve agressão fisíca, psicológica e emocional. O bando fugiu com a chegada da Polícia Militar. Os fiéis fizeram boletim de ocorrência. Em unidade o ministério eclesiástico e a membresia da AD em São José dos Campos decidiram instituir uma assembleia.

No dia 02, a Assembleia realizada pelos fiéis do templo sede da AD em São José dos Campos e líderes do campo eclesiástico três assuntos foram aprovados: a derrubada da junta diretora instituída pelo pastor Sellari, garantida na liminar; a aprovação de uma diretoria provisória escolhida pela igreja e a exclusão do senhor Antônio Luiz Sellari do corpo de membros da igreja. Mais de 3.500 assinaturas foram recolhidas na assembleia, o templo estava lotado e ao som de louvores o ambiente foi tomado por um clima de adoração a Deus.

Após a reunião foi feita uma junção de petição com documentos que comprovaram os atos de violência contra os membros e a ata com as assinaturas. “Aguardamos nesta segunda-feira, dia 03, que o juiz do processo avaliasse a nossa causa, após entregarmos toda juntada de petições e documentos. Não aguentamos mais as perseguições e tememos atos de violências mais graves” disse a advogada Nélsy Silva acompanhada da advogada Rutemeire Lorena, ambas membros da igreja, que comentou, “viemos perante ao juiz em defesa da igreja, pois temos uma escolha, queremos o pastor Samuel Câmara como nosso pastor e não aceitamos uma tomada de posse do templo a força”.

Nesta segunda, dia 03, em manifesto pacífico na frente do Fórum da comarca em São José dos Campos os integrantes da igreja clamavam para serem ouvidos pelo juiz. Após a entrega das documentações por volta das 18h, o juiz do processo Daniel Toscano concedeu a revogação da liminar alegando que a decisão democrática dos membros da igreja está acima de qualquer vontade de bispo, pastor, padre, etc. Entendendo a vontade soberana do povo aprovaram o retorno do pastor Samuel Câmara à presidência da AD em São José dos Campos. Um fato inédito diante de todo o apoio de intervenção jurídica, financeira e ministerial que o pastor Luiz Sellari recebeu da Assembleia de Deus – Ministério Belenzinho, presidida pelo pastor José Welingthon, na capital de São Paulo e em São José dos Campos. Em diversas tentativas de tomada do templo a equipe de obreiros do Belenzinho acompanhou o pastor Sellari.

Os membros comemoraram a notícia. “Essa foi a maior prova do cuidado de Deus conosco e da força da igreja quando resolve lutar pelo que é justo e não aceita ser massa de manobra. Estamos felizes pelo retorno da paz que volta a reinar no nosso meio e não vemos a hora de adorar à Deus junto com o nosso pastor Samuel Câmara”, declarou o membro e pastor auxiliar Shakespeare Carvalho.

Veja os artigos realcionado desde o inicio do conflito pelo poder na AD São José dos Campos:

Guerra na Assembleia de Deus envolve denúncias de corrupção e vira caso de polícia e justiça

Guerra na Assembleia de Deus envolve denúncias de corrupção e vira caso de polícia e justiça Insatisfação com a nova administração do pastor Samuel Câmara (Foto ao lado)…

Violência na Assembleia de Deus em São José dos Campos

Violência na Assembleia de Deus em São José dos Campos Guerra na Assembleia de Deus em São José dos Campos membros entram em confronto e quatro pessoas ficaram…

Fonte: Portal Creio
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1 COMENTÁRIO

  1. Dura lex, sed lex" é uma expressão em latim cujo significado em português é … ele teria refletido a respeito e asseverado: " a lei é dura, mas é a lei", …
    "Dura lex, sed lex" é uma expressão em latim cujo significado em português é "a lei [é] dura, porém [é] a lei".

    A expressão se refere à necessidade de se respeitar a lei em todos os casos, até mesmo naqueles em que ela é mais rígida e rigorosa. A expressão remonta ao período de introdução das leis escritas na Roma Antiga; a legislação, até então, era transmitida pela via oral, e por consequência sofria diversas alterações por parte dos juízes, que as refaziam de acordo com tradições orais, e introduziam uma série de interpretações pessoais, na medida em que eram os detentores do poder de se referir a esta tradição oral. Com a introdução das leis escritas, passaram a ser iguais para todos – e, como tal, deviam ser respeitadas, por mais duras que fossem.

    Há quem afirme que a expressão teria sido dita por um certo General romano, que criou a norma que autorizava a morte do soldado vencedor de duelos com outro membro do mesmo exército. Tal determinação surgiu porque os legionários sofriam mais baixas nessas disputas, quando da comemoração das suas vitórias, do que nas batalhas que lhes precediam, na medida em que abusavam do vinho durante tais festas e se desentendiam no momento de partilhar as mulheres e bens das cidades vencidas. Ocorre que, mal vigente a lei em questão, o General teria sido comunicado da ocorrência de um duelo nas circunstâncias acima, ocasião em que ele determinou o cumprimento da regra, tendo sido alertado que o sobrevivente da disputa era seu próprio filho, razão pela qual ele teria refletido a respeito e asseverado: " a lei é dura, mas é a lei", e reafirmou a necessidade do seu imediato cumprimento, mandado matar seu próprio filho.
    é so o que nos resta dizermos do caso Selari e Camara "Dura lex, sed lex"

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