Polícia prende 10 acusados de atacar igreja na Indonésia

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Entre os presos está o chefe da Frente de Defensores Islâmicos

A polícia da Indonésia prendeu 10 acusados suspeitos de ligação com ataque de domingo dos dois líderes da igreja. Entre os dez está Murhali Barda, chefe da divisão de Bekasi da linha dura Frente de Defensores Islâmicos (FPI), que a polícia levou para interrogatório.

Barda é suspeito de incitar o ataque de domingo ao pastor Luspida Simandjunktak e ao ancião da igreja Hasean Lumbantoruan Sihombing, que deixou o primeiro em choque e o segundo com um ferimento.

O ataque provocou uma rápida resposta do presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, que imediatamente chamou as autoridades para investigar e responsabilizar os responsáveis.

Yudhoyono tem sido amplamente criticado por não reprimir os ataques islâmicos e os suspeitos de realizar os ataques de domingo. De acordo com grupos de Direitos Humanos a violência tem aumentado no país.

Líderes da Igreja na Indonésia são atacados a caminho da igreja

Segundo o Instituto Setara para a Paz e Democracia, houve 64 incidentes este ano, que vão desde o abuso físico a grupos de repreensão a oração, queima de casas e igrejas.

No início deste mês, os membros da mesma igreja também foram agredidos. Segundo relatos, pelo menos 300 membros do Fórum Popular e da Frente Islâmica ordenaram que parassem a reunião.

Quando os membros da igreja se recusaram foram agredidos com paus, pedras e com as próprias mãos. Alguns dos membros da igreja necessitaram de tratamento médico.

Além de ser a terceira maior democracia do mundo, a Indonésia é o lar da maior população do mundo de muçulmano, que representam 86,1% da população da Indonésia. Os cristãos protestantes, por sua vez, representam 5,7%, e os católicos romanos de 3%.



Fonte: Christian Today /

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