Marcos Góes revela dicas para ministração de louvor

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Marcos Góes revela dicas para ministração de louvor
Marcos Góes revela dicas para ministração de louvor

Marcos Góes revela dicas para ministração de louvor – Confira dicas e técnicas de louvor, que o cantor Marcos Góes, para ministros de louvor.

Cantar desafinado e sair do ritmo, prejudicando os músicos e o canto congregacional, são atitudes que jamais podem fazer parte do dirigente de louvor. Ele deve ter o mínimo de musicalidade para que isso não aconteça.

É interessante que saiba tocar algum instrumento musical, facilitando, assim, sua percepção de ritmo “interno” para a ministração.

Acertar o tempo musical, a entrada da música e a afinação são itens indispensáveis àquele que está na execução deste ministério. Um conselho básico e que pode solucionar este problema é o estudo da teoria e prática musical, com exercícios, no intuito de aperfeiçoar o ouvido e a voz.

A palavra de Deus é a base de tudo. Você que já exerce este ministério sabe que a direção do louvor requer um bom preparo no conhecimento bíblico, sendo necessário saber pregar tanto na forma cantada como falada. Não são poucos os que têm cantado e falado doutrinas erradas nos púlpitos.

Este tópico é extremamente importante.
A expressão do dirigente deve mostrar aquilo que ele realmente quer dizer com o cântico. Existem pessoas que vão ministrar e aparentam cansaço, semblante caído, abatimento ou cara fechada, fazendo com que a igreja não entenda o que está acontecendo, pois louva-se com uma coisa e vive-se outra. Se você vai conduzir, resplandeça alegria, simpatia, esperança, amor, paz etc. Você deve transmitir (sem falsidade) aquilo que a música está dizendo, pois se assim não for, será inútil a sua condução.

Tem gente que dirige o louvor com medo. Medo do pastor, de outros líderes, de outros dirigentes… Ficam com medo como se eles fossem avaliar o seu serviço. Há sempre aqueles que fazem isso para agradar aos homens e não a Deus, e assim ficam sujeitos à avaliação da liderança e da congregação. Faça para o Senhor. E conduza a congregação a um louvor direto e sincero a Deus.

As criticas virão, pois toda pessoa que está diante de uma plateia estará sujeita a elas. O dirigente de louvor deva saber filtrá-las e aprender a consertar os erros que comete sem perceber. Muitas destas críticas foram bênção em minha vida. Erros como falar demais, falar de menos, cantar demais, expressão e semblantes caídos, volume do som, desorganização etc. são as falhas mais comentadas. Nunca se esqueça: “Nenhum dirigente de louvor é perfeito, e um pouco de humildade não faz mal a ninguém”!

Lembre-se: A escolha do repertório deve ser orientada por oração e direcionada a toda a igreja. Jamais faça a seleção de louvores por gosto próprio e critérios pessoais. Um exemplo normal são os dirigentes que escolhem músicas que gostam por serem animadas ou porque estão na moda, com a finalidade de animar o auditório. A função do dirigente é levar as pessoas a uma intimidade com Deus através do louvor e adoração, e não animá-las. Veja que no auditório existem crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos, e por isso sua seleção de repertório deve alcançá-los, sendo eclético, diversificado e abrangente, e não segmentado a um único público. Deus ama a todos e quer ser adorado por todos.

De alguns anos pra cá, tenho observado os dirigentes que deixam a congregação em pé durante muito e muito tempo. Desapercebidos e de olhos fechados, cantam um louvor atrás do outro e muitas vezes repetidamente, pouco se importando se a congregação está cansada ou não. Agem dessa forma mesmo sabendo que existem pessoas que muitas vezes chegam de uma semana de trabalho exaustiva, como também senhores e senhoras de idade avançada que não conseguem ficar muito tempo em pé.

Minha sugestão é que você selecione os primeiros louvores para serem cantados de pé e os demais, sentados. Assim, você conseguirá manter a congregação unida e no mesmo objetivo, cumprido o desejo de Deus, que é receber o louvor do Seu povo e agir com o Seu Santo Espírito no meio da unanimidade do corpo.

Com carinho,
Pr. Marcos Góes

Fonte: MargosGoes.art.br

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