Ao contrário da Marcha para Jesus, polícia teve trabalho durante a Parada Gay

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Ao contrário da Marcha para Jesus, polícia teve trabalho durante a Parada Gay

Ao contrário da Marcha para Jesus, polícia teve trabalho durante a Parada Gay
Ao contrário da Marcha para Jesus, polícia teve trabalho durante a Parada Gay

Ao menos dez pessoas foram presas neste domingo, 6, durante a 14ª Parada Gay, em São Paulo. A Parada terminou oficialmente por volta das 18h15.

Segundo o coronel Renato Cerqueira Campos, comandante do policiamento da região central da cidade, ao todo, 11 ocorrências foram registradas no 3º DP (Campos Elíseos), no 4º DP (Consolação), no 5º DP (Aclimação) e no 78º DP (Jardins), a maioria de furtos.

Sete pessoas foram presas em flagrante após furtos de celulares e documentos. Outras duas pessoas foram levadas ao 3º DP por suspeita de tráfico de drogas, após serem flagradas com envólucros de cocaína. Uma mulher foi presa após morder um policial e foi levada ao 4º DP.

Houve ainda uma ocorrência de desacato a um guarda municipal. Um participante do evento não quis ser revistado.

Segundo a delegada Margarette Barreto, da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), não foi registrado nenhum tipo de crime relacionado a homofobia. Ela diz que os policiais atenderam apenas casos envolvendo embriaguez no local

Pela manhã, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que 600 guardas municipais, mais de mil PMs e 400 seguranças particulares foram mobilizados para o evento.

Fonte: G1

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