Jovens cristãs são inocentadas de todas as acusações no Irã

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Jovens cristãs são inocentadas de todas as acusações no Irã
Jovens cristãs são inocentadas de todas as acusações no Irã

Jovens cristãs são inocentadas de todas as acusações no Irã

Após 14 meses de sua prisão por suas atividades cristãs, Maryam Rostampour e Marzieh Amirizadeh foram inocentadas de todas as acusações contra elas. No entanto, as autoridades iranianas alertaram que futuras atividades cristãs no Irã terão consequências sérias.

No sábado, dia 22 de maio de 2010, as jovens deixaram o Irã e chegaram em segurança a outro país. Sam e Lin Yeghnazar, fundadores do ministério Elam e pais espirituais de Maryam e Marzieh, as encontraram no aeroporto. Foi uma reunião emocionante.

“Ficamos muito felizes ao reencontrá-las. Agora, queremos vê-las descansadas e recuperadas”, afirma Lin Yeghnazar.

Maryam e Marzieh querem agradecer a todos os cristãos que oraram por elas. “Somos muito gratas a todos que oraram por nós. Não tenho dúvidas de que Deus ouviu a oração do seu povo”, disse Marzieh. “Acredito que nossa prisão e nossa liberação aconteceram no tempo e plano exatos de Deus, e foram para Sua glória. Mas as orações nos encorajaram e nos sustentaram durante essa provação”, acrescentou Maryam.

As duas jovens mostraram muita coragem, ousando dizer ao juiz que elas nunca negariam sua fé em Cristo. Quando Sam Yeghnazar contou para elas que esse exemplo encorajou centenas de pessoas em todo o mundo, elas responderam: “Somos seres humanos frágeis, com muitas fraquezas. Que toda a honra e glória sejam ao Senhor, que nos guardou e nos usou, apesar de não sabermos por que Ele nos escolheu. Toda a glória seja dada a Ele”.

Maryam e Marzieh foram presas em março de 2009 por causa de sua fé em Cristo, e foram muito pressionadas para negar Jesus. Elas enfrentaram diversos interrogatórios, semanas de confinamento na solitária, e condições precárias na prisão. Ambas ficaram muito doentes durante o período de encarceramento e não receberam o tratamento médico necessário, o que aumentou o sofrimento.

Apesar de tudo isso, elas permaneceram fiéis a Jesus Cristo, e não o negaram. Depois de receberem a liberdade condicional em novembro de 2009, elas aguardaram seis meses até que o caso fosse ouvido no tribunal.

“Vimos o Senhor realizar milagres muitas vezes. Ele nos sustentou e nos abençoou na prisão, e também durante o período de espera pela audiência final”, declara Marzieh.

Tradução e fonte: Missão Portas Abertas

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